AGOSTINHO SEBASTIÃO NETO
De 2020 a 2026, Archer Mangueira estendeu o asfalto nalguns bairros da cidade de Moçâmedes – com desta que para o Saydi Mingas II, Cuba nos, Valódia, Forte Santa Rita, 5 de Abril, Bela Vista, Boa Esperança, Aida, Cassanje, e arredores da Reitoria da Universidade do Namibe (Academia de Pescas), o casco urbano e o alargamento das vias da Praia Amélia, bem como no bairro da Juventude, além das zonas turísticas da Baía das Pipas, Baba e Piambo, no município do Saco-Mar.
Na cidade do Tômbwa, a intervenção abrangeu o seu casco urbano, Mundo Novo, Zona das Obras, Gika, João Firmino Tchinanga, Km 19 (José Chindongo António) e a Nova Circular, concretizando o direito à mobilidade decente aos cidadãos. Esta acção revela mais do que uma simples execução de obras públicas; traduz uma visão de uma governação que coloca a dignidade humana no centro das prioridades urbanas.
Olhar para o Namibe de hoje e destacar um período em que a fixação de infra-estruturas torna-se uma prioridade para enfrentar as sérias limitações de uma Angola que se ergue. O asfalto do período colo nial é um marco de modernidade que resistiu ao tempo na memória colectiva dos namibenses.
No entanto, as cidades crescem a um ritmo superior ao das suas estradas, e as periferias expandiram-se sobre a poeira e o isolamento. É neste cenário que o ciclo de investimentos de 2020 a 2026 ganha relevância histórica.
Ao estender o tapete asfáltico para além do centro histórico de Moçâmedes, a governação de Archer Mangueira promoveu um verdadeiro choque de inclusão social.
Entrar nos bairros historicamente vulneráveis, como o 5 de Abril, o Boa Esperança ou a Aida, e transformá-los com vias estruturadas significa resgatar milhares de cidadãos da invisibilidade urbana.
As limitações que antes condicionavam a mobilidade de pessoas e bens dão agora lugar à circulação fluida de transportes públicos, ambulâncias e serviços essenciais.





