BFA AIMC BFA SB SB FIB BANCO BAI
Dom, 25 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Geopolítica da bomba atómica e fracasso da diplomacia internacional (II)

Jornal Opaispor Jornal Opais
13 de Novembro, 2023
Em Opinião
0
Tempo de Leitura: 3 mins de leitura
Geopolítica da bomba atómica  e fracasso da diplomacia  internacional (II)

Senhoras e senhores, dia após dia, as grandes potências e os Estados directores continuam a massificar a construção de grandes agências com reactores de produção de armas nucleares ao mais alto nível, ou seja, se colocarmos o pensamento em outros moldes do pensamento, na era moderna, o direito internacional e a sua magna codificação não tem sido eficaz para travar a apetência dos strategic players, na produção avançada de armas nucleares.

De resto, desde os anos de 2019 até aos dias de hoje, tem se observado o aumento feroz dos Estados à corrida para à produção e extensão dos programas nucleares. Só desde 1945-2019, estima-se que existam (13.865) treze mil e oitocentos e sessenta e cinco mil armas nucleares. Apesar de todos os esforços implementados nos programas de redução de armamentos nucleares, os programas nucleares continuam a jogar um papel estratégico para a configuração e classificação do poder dos Estados no século XXI.

Em outras polaridades, pode-se colocar esta matéria da seguinte forma: Estados Unidos: 6,185; Rússia: 6,500; França: 300; China: 290; Inglaterra: 200; Pakistão: 150-160; Índia:130-140; Israel: 80-90 e Coreia do Norte: 20-30. Outrossim, quero acreditar que nós dias que se seguem os programas nucleares continuam a ganhar mais propensões, ou seja, propensões próprias para a construção de um cenário que nos possibilita uma ánalise dos futuros conflitos, como , por exemplo, a terceira guerra mundial. Num cenário inóspito como este, construído a partir de um desentendimento profundo nas relações internacionais, o que de resto acaba por permeiar aquilo que o professor Achlle Mbembe titulou de “brutalismo”, onde tornouse visível toda uma irracionalidade humana, com capacidades de destruição da biosfera.

As lutas geopolíticas, no que concerne o novo tabuleiro de xadrez, abre de facto espaço para que a primeira ambição dos Estados passa pelas redinifição das antigas geografias de guerra. Portanto, é possível conter os avanços da revolução tecnológica e dos programas nucleares, com o objectivo de conter os Estados? Como usar a diplomacia em direção à construção dos mecanismos de paz? Não tenhamos dúvidas de que um dos caminhos deve ser a alocação da diplomacia trilateral, tal como vista pelo Cardeal Richelieu, como um processo contínuo, transversal e como radar importante de consolidação das políticas externas dos Estados.

Ademais, urge fazer aqui ou acolá um aditamento em relação aos Estados Unidos africanos, cujo objectivo primário deveria passar ao apelo do respeito do direito internacional e de toda sua codificação. Segundo, o reavaliar o problema da segurança continental e regional, como forma de conter aos apetites das grandes potências em matérias de exploração de recursos naturais, onde as fronteiras do Estado angolano e da República Democrática do Congo têm sido profundamente violadas.

Por outro lado, os Estados africanos precisam redefinir os seus pilares diplomáticos, se virmos com atenção, toda uma gama de negociações diplomáticas entre os Estados africanos e os Estados do Ocidente ou mesmo asiáticos não mudou em termos substânciais, ou seja, apesar de cruzarem a era pós-colonial, muitas das suas relações continuam a ser ditadas pelas ex-colonias, numa estupidez hoje profundamente generalizada, ditas Sul e Norte.

Acredito piamente que o perigo dos programas nucleares das grandes potências vai, sim, relegar toda e qualquer tentativa de desenvolvimento dos Estados menos desenvolvidos, ou como ditos pelo professor Noam Chomsky” Estados párias “. A diplomacia do controlo do uso da bomba atômica torna-se então figura sem precedente para o controlo racional do experimento dos programas nucleares.

Relacionados - Publicações

A linguagem universal do futebol

Duas finais consecutivas, um sonho por cumprir

23 de Outubro, 2026
A Competência não basta

Técnicos vs. gestores

23 de Outubro, 2026
Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

23 de Outubro, 2026
Clima e preço do prato: como a seca e as chuvas ditam a inflação alimentar?

Renda, luz, água: como negociar contas e evitar cortes

23 de Outubro, 2026
A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

23 de Outubro, 2026
A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

23 de Outubro, 2026
Carregar Mais

Maís Populares

  • GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • FIFA sanciona Federação Angolana de Futebol por incumprimento de decisão disciplinar sobre o 1.º de Agosto

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Luanda acolhe formação sobre normatização electrotécnica

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Mais de 92 mil candidatos obtêm nota positiva no concurso público da Saúde

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • MINSA anuncia hoje resultados provisórios do concurso público

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Publicações

A linguagem universal do futebol

Duas finais consecutivas, um sonho por cumprir

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A Competência não basta

Técnicos vs. gestores

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Clima e preço do prato: como a seca e as chuvas ditam a inflação alimentar?

Renda, luz, água: como negociar contas e evitar cortes

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Carregar Mais
Artigo Seguinte
Ataque a sede de agência da ONU em  Gaza causa vários mortos e feridos

Ataque a sede de agência da ONU em Gaza causa vários mortos e feridos

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Bem-vindo de Volta!

Entre para a sua conta abaixo

Esqueceu a Palavra-passe?

Recuperar palavra-passe

Por favor, insira o seu nome de utilizador ou endereço de correio-electrónico para reposição da sua palavra-passe.

Entrar
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM