BFA AIMC BFA SB SB FIB BANCO BAI
Dom, 25 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

É de hoje…Desmame no sector eléctrico

Dani Costapor Dani Costa
3 de Abril, 2024
Em Opinião
0
Tempo de Leitura: 2 mins de leitura

Aos poucos, embora ainda perdure algum tempo, em determinadas áreas do país há um negócio que vai perdendo o fôlego entre os comerciantes: a venda de geradores. Há dias, um amigo falou-me da possibilidade, caso estivesse interessado, de puder comprar um gerador que há muito anda descansado, ou seja, não é sequer utilizado devido à normalização do fornecimento de energia em quase todo o país.

O aumento de barragens, por exemplo só mesmo a nível do Cuanza, onde se tem Laúca, Cambambe e agora Caculo Cabaça, fez com que milhares de angolanos em quase toda a extensão do país deixassem de lado os grupos geradores, desfrutando assim dos benefícios que a produção de energia limpa nestas infra-estruturas hidroeléctricas vão proporcionando. É quase unanime. Seja a nível dos bairros, como até nas grandes cidades, que um dos maiores ganhos alcançados em Angola, depois do fim do conflito armado, assenta, fundamentalmente, na produção de energia électrica – e agora fotovoltaica– que permite com que muitos dos cidadãos se possam beneficiar deste produto.

Ontem, por exemplo, entrou em funcionamento a Central Fotovoltaica de Saurimo, na Lunda Sul, um empreendimento que comporta 44 mil 850 painéis solares, prevendo produzir mais de 49 mil MWh/ano, num investimento de 38,8 milhões de euros. Trata-se de um projecto que vai levar energia eléctrica a mais de 170 mil famílias nesta região do leste do país. Além deste benefício, o projecto vai permitir igualmente que o Estado angolano poupe todos os anos, só na Lunda-Sul, particularmente na sua cidade de Saurimo, cerca de 190 milhões de litros de combustíveis.

Se tivermos em conta os preços hoje pagos por cada litro, seja de gasolina ou gasóleo, ter-se-á uma noção exacta do quanto o Executivo angolano passará a ter para aplicar noutros domínios da vida social e económica dos referidos populares. Consta que o projecto ontem inaugurado faz parte de um plano, denominado Plano ‘Energia Angola 2025’, que visa diversificar a matriz energética do país, beneficiando aproximadamente 60 por cento da sua população rural. Em curso estão, igualmente, um conjunto de sete parques solares a serem instalados até ao final deste ano, nas províncias de Benguela, Huambo, Bié, Lunda-Norte e Moxico, com uma capacidade total de 370 MW.

Sempre que se resolve um problema dos angolanos, independentemente das cores políticas, há motivos para alegria. E mais do que isso: além dos geradores, que vão sofrendo baixa devido à normalização do fornecimento de energia, há a esta hora escondido um grupo que se vai amargurando com a possibilidade de não se ter mais ao dispor as conhecidas centrais térmicas. Aliás, há poucos anos soube-se que o abastecimento destas centrais térmicas possibilitou o enriquecimento de muitos cidadãos através dos desvios que combustíveis que faziam.

Pena é que, apesar de um trabalho aturado feito pelos órgãos de investigação, incluindo afectos aos serviços de inteligência, não se conseguiu trazer a público quem eram os principais larápios que lideravam o roubo de gasolina e gasóleo que supostamente serviriam para as centrais térmicas que se vão tornando inactivas.

Relacionados - Publicações

A linguagem universal do futebol

Duas finais consecutivas, um sonho por cumprir

23 de Outubro, 2026
A Competência não basta

Técnicos vs. gestores

23 de Outubro, 2026
Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

23 de Outubro, 2026
Clima e preço do prato: como a seca e as chuvas ditam a inflação alimentar?

Renda, luz, água: como negociar contas e evitar cortes

23 de Outubro, 2026
A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

23 de Outubro, 2026
A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

23 de Outubro, 2026
Carregar Mais

Maís Populares

  • GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • FIFA sanciona Federação Angolana de Futebol por incumprimento de decisão disciplinar sobre o 1.º de Agosto

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Luanda acolhe formação sobre normatização electrotécnica

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Mais de 92 mil candidatos obtêm nota positiva no concurso público da Saúde

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • MINSA anuncia hoje resultados provisórios do concurso público

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Publicações

A linguagem universal do futebol

Duas finais consecutivas, um sonho por cumprir

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A Competência não basta

Técnicos vs. gestores

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Clima e preço do prato: como a seca e as chuvas ditam a inflação alimentar?

Renda, luz, água: como negociar contas e evitar cortes

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Carregar Mais
Artigo Seguinte

Carta do leitor: Mudar de mentalidade...

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Bem-vindo de Volta!

Entre para a sua conta abaixo

Esqueceu a Palavra-passe?

Recuperar palavra-passe

Por favor, insira o seu nome de utilizador ou endereço de correio-electrónico para reposição da sua palavra-passe.

Entrar
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM