Para além de serem locais, as políticas de prevenção do crime também são de cunho internacional. A cooperação entre os Estados neste sentido permite criar condições para se conter certas práticas ilícitas.
Nos dias que correm, o crime é baseado em dados comprovados, justiça inclusiva e em novas e emergentes formas de criminalidade. A cooperação internacional permite reduzir este fenómeno.
Os governos actuam em bloco. O mundo, por ser uma aldeia, impõe princípios e normas de convivência social. A consistência judiciária deve estar preparada para o feito. A tecnologia acelera e os criminosos também se aproveitam dela para novas práticas. A agenda internacional de prevenção do crime perante os desafios da era digital impõe novos recursos.
Estão associados a um saber global que permite desmantelar com facilidade grupos ou associações de malfeitores. Em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, decorre o Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção do Crime e Justiça Criminal, com a participação de 100 países membros, inclusive Angola.
Discute-se também questões ligadas à extradição, investigação conjunta, perícia digital e provas electrónicas. Sob o lema “Acelerar a prevenção do crime, a justiça criminal e o Estado de direito para proteger as pessoas e o planeta e avançar a Agenda 2030 na era digital”, a delegação angolana é chefiada pelo Embaixador Júlio Maiato.










