BFA AIMC BFA SB SB FIB BANCO BAI
Qui, 29 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
Em Opinião

É de hoje… Está tudo SIMPLIFICADO!

29 de Outubro, 2026
É de hoje… A punição do comerciante guineense

Dani Costa
Coordenador

Sempre que se entra em um estabelecimento comercial em Angola, seja uma micro, pequena ou grande empresa, é usual vermos no hall, na recepção ou numa outra parte expostos os documentos que atestam a legalidade da mesma. O formato dos quadros em que estavam inseridos normalmente contrastava com o esforço que os empresários faziam para consegui-los.

Um dos maiores exemplos, ao longo dos anos, antes mesmo da chegada ao poder do Presidente João Lourenço, era a obtenção de um Alvará Comercial em determinadas áreas, o que fazia com que a posse deste documento se tivesse transformado, durante largos períodos, também numa fonte de receitas para os seus detentores. Em algumas zonas de Luanda e noutras províncias, se poderia constatar, sem muitos esforços, que alguns dos alvarás expostos pertenciam à mesma pessoa ou à mesma empresa.

Um dos casos flagrantes, na capital, que pude observar era o de uma loja de material de venda de material de construção e de escritório, cujo alvará era o mesmo, inclusive em negócios em zonas muito remotas. Hoje, apesar dos constrangimentos que ainda possam existir, é muito mais fácil conseguir um documento.

Tornou-se, igualmente, menos pesaroso concluir o processo de formalização de uma empresa, seja de que nível for, assim como satisfazer os requisitos que possam facilitar a sua entrada em funcionamento, por forma a não só atender às necessidades existentes, como também facilitar a empregabilidade.

Em áreas como o turismo, por exemplo, o Executivo aboliu determinados procedimentos que pareciam regra, o que facilitava de igual modo a promoção da própria corrupção dos agentes do Estado, muitos dos quais incentivavam a burocracia para posteriormente tirarem dividendos. Em alguns casos, o Executivo até permite que os empresários possam inicialmente abrir os seus pequenos estabelecimentos, à medida que os proprietários vão concluindo o processo de legalização.

Pena é que, apesar de tudo que já se alcançou a nível do SIMPLIFICA, a informação parece não chegar aos verdadeiros destinatários na velocidade que estes gostariam. A realidade faz com que muitos ainda procurem os serviços da administração nas suas circunscrições, até para obter documentos que já foram descontinuados. Esta Terça-feira foi também afastada a necessidade de se exigir o Certificado de Habitabilidade.

Era um dos documentos cuja exposição à entrada ou até noutras áreas das empresas, sejam elas micro ou grandes, era exigida. Agora, com as medidas tomadas na última reunião do Conselho de Ministros, decidiu-se pela eliminação do Certificado de Habitabilidade como requisito para o exercício de actividades económicas, no quadro das medidas de simplificação administrativa e de melhoria do ambiente de negócios no país.

Trata-se de uma medida que visa reduzir os encargos burocráticos para os operadores económicos e eliminar exigências administrativas consideradas desnecessárias, facilitando o licenciamento e o funcionamento de estabelecimentos comerciais, industriais, hoteleiros, de restauração e farmácias.

0

Relacionados - Artigos

O fim da “escola-fábrica”: por um contínuo pedagógico e inclusivo em Angola

O fim da “escola-fábrica”: por um contínuo pedagógico e inclusivo em Angola

28 de Outubro, 2026
Fotografia como ferramenta de construção identitária dos luandenses

Fotografia como ferramenta de construção identitária dos luandenses

28 de Outubro, 2026
É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Só lista negra não basta

28 de Outubro, 2026
É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Melão de ouro e outros contos

27 de Outubro, 2026
Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

26 de Outubro, 2026
Entre professores e alunas: quem mais pratica o assédio sexual nas escolas? A realidade nua e crua no contexto angolano

Memórias do cativeiro I (1992): a marcha pela sobrevivência e a queda da cidade do Uíge

26 de Outubro, 2026
Carregar Mais

Relacionados - Artigos

O fim da “escola-fábrica”: por um contínuo pedagógico e inclusivo em Angola

O fim da “escola-fábrica”: por um contínuo pedagógico e inclusivo em Angola

Por Jornal OPaís
28 de Outubro, 2026

...

Fotografia como ferramenta de construção identitária dos luandenses

Fotografia como ferramenta de construção identitária dos luandenses

Por Jornal OPaís
28 de Outubro, 2026

...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Só lista negra não basta

Por Dani Costa
28 de Outubro, 2026

...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Melão de ouro e outros contos

Por Dani Costa
27 de Outubro, 2026

...

Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

Por Jornal OPaís
26 de Outubro, 2026

...

Entre professores e alunas: quem mais pratica o assédio sexual nas escolas? A realidade nua e crua no contexto angolano

Memórias do cativeiro I (1992): a marcha pela sobrevivência e a queda da cidade do Uíge

Por Jornal OPaís
26 de Outubro, 2026

...

Carregar Mais
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Bem-vindo de Volta!

Entre para a sua conta abaixo

Esqueceu a Palavra-passe?

Recuperar palavra-passe

Por favor, insira o seu nome de utilizador ou endereço de correio-electrónico para reposição da sua palavra-passe.

Entrar
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.