A prevenção para se travar a poluição marinha é tarefa de todos. Fiscalização e gestão adequada de resíduos sólidos são iniciativas importantes. Devem fazer parte dos programas de entes públicos e privados. Normalmente, a poluição marinha resulta de actividades desenvolvidas no meio aquático.
Navegação marítima, actividade pesqueira e afins. Instrumentos jurídicos são importantes para sancionar práticas que coloquem em risco o bem comum. A acumulação de resíduos põe em risco os habitats marinhos e costeiros. Afecta diferentes espécies e perturba os ecossistemas. A biodiversidade impõe regras. São para serem cumpridas.
Os efeitos da poluição marinha dão-se no plano ambiental, económico e de saúde pública, assim como na segurança alimentar. Por isso, os recursos devem ser racionalmente explorados. A degradação das praias e do ecossistema reduz a atractividade turística. Prejudica a pesca artesanal e compromete actividades económicas relevantes para a vida das famílias.
À margem da Conferência Nacional sobre População Costeira e os Desafios da Gestão de Resíduos, a ministra do Ambiente, Ana Paula Pereira, defendeu que “a resposta ao problema não deve limitar-se a campanhas pontuais de limpeza, devendo assentar na prevenção na origem, no planeamento, na educação ambiental, na fiscalização e no reforço dos sistemas de recolha, tratamento e valorização dos resíduos”.








