Angola é um Estado soberano. Saiu do jugo colonial português no dia 11 de Novembro de 1975. Defende o multilateralismo. É uma ferramenta que permite resolver problemas comuns.
Os jovens são a força motriz. A experiência dos mais velhos garante segurança, inclusão e confiança rumo à materialização de projectos a curto, médio e longo prazo. A Bienal de Luanda é um facto. Realiza-se de dois em dois anos desde 2019.
Serve para debater os problemas de África. É o continente do futuro. Tem recursos humanos e energéticos acima da média. Neste evento, é tarefa de todos promover a cultura da paz e da tolerância no seio da família e da sociedade em escala alargada.
A gestão racional dos recursos naturais também preocupa os governos do continente. São essenciais para a vida humana. Contribuem para o crescimento e o desenvolvimento económico das sociedades. A água é vida. E é um destes bens! Afecta o bem-estar da população e uma vasta cadeia de produção.
No Palácio de Convenções de Luanda, onde decorre a 4.ª edição da Bienal, o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, defendeu que “a iniciativa permite reunir diferentes sensibilidades e experiências em torno dos desafios do continente, com a participação de representantes de vários países, membros do corpo diplomático, líderes juvenis e delegados internacionais”.








