A gestão ambiental é tarefa de todos. Mediante políticas, os governos criam condições de sensibilização e de efectivação. Instituições públicas, privadas e organizações não governamentais abraçam a causa. Educam os cidadãos a respeitarem a natureza.
A redução de emissão de gases na atmosfera é um compromisso perene. Visa salvaguardar o futuro das próximas gerações. Respeitar e cuidar da natureza é uma tarefa colectiva. As matérias-primas satisfazem as necessidades do homem. São extraídas da natureza.
Devem ser racionalmente exploradas. Isto decorre de factores ligados à gestão de recursos. Deve haver uma estreita colaboração entre os grandes produtores industriais e as políticas definidas pelos governos. O equilíbrio contribui sempre para o bem-estar de todos.
Deve ser uma realidade. A biodiversidade não pode estar em risco. Não se pode perder de vista a valorização dos recursos naturais. Com medidas concretas de preservação e conservação, o foco deve ser o mesmo: respeitar a natureza! A poluição e a destruição dos ecossistemas não podem ficar aquém dos acordos e protocolos internacionais ratificados.
Em Luanda, na abertura da conferência sobre Ambiente e Desenvolvimento, o secretário de Estado para a Acção Climática e Desenvolvimento Sustentável, Nascimento Soares, destacou que “as questões sobre as alterações climáticas representam desafios da actualidade e cujas respostas exigem medidas urgentes para amenizar os seus impactos”.








