A família é o agente número um de socialização. É nela onde se aprendem os valores morais e éticos. Processos que permitem praticar a virtude em nome do amor ao próximo todos os dias. As normas morais impõem condutas.
A sociedade não deve ficar sem elas. Os princípios devem ser respeitados. Geram solidariedade e outros pressupostos positivos socialmente impostos. O jurídico e as suas normas regulam comportamentos que ultrapassam questões morais e éticas.
Os direitos e deveres dos cidadãos não devem ser violados a bel-prazer. São protegidos por lei. Para o desenvolvimento do país, o reforço da educação e a sensibilização sobre questões socioculturais devem ir além da aquisição de conhecimentos académicos e científicos.
A escola é uma instituição importante. É corolário do processo de socialização. A educação desempenha um papel fundamental na vida do homem. Deve estar sempre de mãos dadas com a moral e a ética. O conhecimento científico não é tudo.
É importante desenvolver valores, competências e capacidades para as gerações vindouras. Em Luanda, na abertura da II Conferência Nacional e Ecuménica sobre o Resgate dos Valores Morais, Cívicos e Religiosos em Angola, o ministro da Cultura, Filipe Zau, defendeu a convivência pacífica entre pessoas com diferentes referências culturais e religiosas, num contexto marcado pela diversidade e pelo pluralismo.








