Nossa Seguros BFA SB FIB BANCO BAI
Sex, 9 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

A morte é inevitável, a negligência não

Jornal OPaíspor Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026
Em Opinião

Não temos como nos de fender da morte. Não importam os esforços que possamos fazer, porquanto, se a ideia é fugir dela na forma de doença, aparecerá em meio a um acidente; se tentas precaver-te dos acidentes, visitar te-á por meio de uma negligência médica; se não for por negligência, abraçar-te-á por afogamento.

Ainda assim, se ficares protegi do para que ela não te alcance por meio de nada, o próprio nada é que será o teu carrasco. Ou melhor, não há como fugir da morte, cuja presença se faz sentir em todo o lugar.

Entretanto, essa sensação nunca deve paralisar a nossa vida pelo medo da circulação da morte em todo o lugar por onde passarmos ou estivermos.

A nossa vida precisa de seguir o seu ritmo normal, mesmo sabendo que, na rua, em casa, no táxi, no hospital, na piscina, na motoriza da, na igreja, nos restaurantes, nas escolas, nos tribunais, na cama, na mesa de jantar ou na oração, podem existir lugares e circunstâncias em que cesse a trajectória da nossa vida neste mundo.

O contexto da nossa vida está ladeado de circunstâncias em que, todos os dias, a morte se faz presente. Em milésimos de segundo, segundos ou minutos, pode mos estar a atravessar o abismo da morte: quando um motoqueiro decide exceder o limite de velocidade, quando não respeita as regras básicas de trânsito; quando um empresário coloca viaturas na via pública e se esquece da manutenção, do cuidado na selecção dos condutores e do respeito pela vida humana.

Portanto, é peremptório dizer que a conjugação do verbo «lamentar» só é poética na boca de quem a profere, pois, a quem é dirigida, soará, inevitavelmente, como um soco no estômago. Por isso, apela-se muito ao respeito pela vida humana. Mas os condutores, com aquele espírito capitalista, não obedecem às orientações preventivas, pensando no bem-estar de quem procura pelos serviços de táxi.

Os polícias, que deveriam pôr ordem nisso, são os mesmos que, quando cruzam com um automobilista irresponsável, aceitam ser coagidos com mil kwanzas, deixando-o passar, com os olhos vedados à racionalidade, sem perceber que os míseros mil kwanzas podem ser um passaporte para a morte de uma multidão. O que se pode fazer? Não sei, por que já o dissemos acima: «da morte ninguém foge ou escapa».

Toda via, também é possível não brincar com ela. Os cuidados primários podem não ser uma forma de solucionar todos os problemas de sinistralidade rodoviária, são, porém, melhores alternativas a viver de discursos que se esvaziam na sequência dos nefastos acontecimentos dos últimos tempos: os acidentes que frequentemente carbonizam e vitimizam passageiros. Repensemos as políticas rodoviárias e a preocupação com a segurança nas nossas estradas.

Por: GABRIEL TOMÁS CHINANGA

Recomendado Para Si

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

A minha reflexão sobre a essência da diplomacia angola na impõe duas perguntas jus tas e necessárias: a nossa política...

O trabalho que não fazemos

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

Angola quer ser uma potência económica, mas ainda não aprendeu a valorizar uma das suas maiores ri quezas existentes no...

O desporto não pode perder a humanidade

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

O futebol, em particular, e o desporto, de uma forma geral, têm destas coisas: num instante, um jogador é herói;...

As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

Bem que a tia Canica, aquela mais velha que se sen tava na ponta da rua, já sem mui tos...

Carregar Mais

Edições Digitais

Siga OPAÍS no WhatsApp

Recomendado Para Si

Opinião

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

A minha reflexão sobre a essência da diplomacia angola na impõe duas perguntas jus tas e necessárias: a nossa política...

Ler maisDetails
Opinião

O trabalho que não fazemos

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

Angola quer ser uma potência económica, mas ainda não aprendeu a valorizar uma das suas maiores ri quezas existentes no...

Ler maisDetails
Opinião

O desporto não pode perder a humanidade

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

O futebol, em particular, e o desporto, de uma forma geral, têm destas coisas: num instante, um jogador é herói;...

Ler maisDetails
Opinião

As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

Bem que a tia Canica, aquela mais velha que se sen tava na ponta da rua, já sem mui tos...

Ler maisDetails
Carregar Mais
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.