Nossa Seguros BFA SB FIB BANCO BAI
Dom, 11 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Como gerar confiança nas instituições pela comunicação (I)

Jornal Opaispor Jornal Opais
26 de Janeiro, 2024
Em Opinião

Na cadeia de valores, a transparência na comunicação em todos os processos pelos quais as instituições se regem para o alcance dos seus objectivos sociais é o antídoto que precisam para gerar confiança no cidadão e resgatar a credibilidade de que carecem. Vivemos nos dias dos direitos do povo, onde o poder é dele.

É uma época em que todos existem, por isso, querem respostas das suas inquietações. Querem ser ouvidos. Esta perspectiva é sustentada pela evolução tecnológica que nos legou a Internet e esta os novos media e as redes sociais.

As redes sociais atingiram uma popularidade com efeitos significativos na formação da opinião pública, competindo “taco a taco” com os media tradicionais, que até então detinham o monopólio da transmissão de informação às massas.

Significa que existe um público expressivo da sociedade que crê fielmente nas informações passadas por estas plataformas.

Estas informações boas ou más, verdadeiras ou não, têm poder na construção da imagem de qualquer instituição ou pessoa e ditam comportamentos.

Numa era de elevado escrutínio público em que todos os dias os “feeds”, “reels” e estados das redes sociais trazem manchetes carregadas de acusações e escândalos que envolvem instituições e gestores públicos, é paradoxal ver instituições e determinados gestores públicos a remeteremse ao silêncio sempre que são alvos de denúncia, agudizando assim a falta de credibilidade e confiança nas instituições.

A nosso ver, comunicar melhor demanda, sobretudo, a necessidade de inclusão de uma adenda ao nosso contrato social que obrigue as instituições e os respectivos servidores públicos a comunicar com verdade os actos e processos pelos quais agem no que tange à gestão da coisa pública.

A ausência de transparência e verdade na comunicação das nossas instituições agudiza a desconfiança.

Quando a verdade e a transparência veem contidas em todos os actos e processos pelos quais as instituições se regem no alcance dos seus objectivos sociais, habilitam no cidadão a percepção de valor, gerando assim a confiança.

No entanto, para assegurar a sustentabilidade da execução e continuidade deste propósito vale atentar para os seguintes elementos: enquadramento legal, estrutura, processos organizacionais e o capital humano… (continua).

 

Por: Jornalista e Comunicólogo

Publicidade

Maís Populares

  • Huambo acolhe acto central das comemorações do 35° aniversário das FAA

    Huambo acolhe acto central das comemorações do 35° aniversário das FAA

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Carteira digital do PayPay processa 2,35 milhões de transferências em Setembro

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Unitel Estrelas ao Palco inicia este sábado a fase das eliminatórias

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Empreendedora angolana cria plataforma para venda de produtos africanos em Portugal

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Cine Teatro Nacional reabre as portas esta Quinta-feira

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Publicações

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

9 de Outubro, 2026
A Competência não basta

O trabalho que não fazemos

9 de Outubro, 2026
A linguagem universal do futebol

O desporto não pode perder a humanidade

9 de Outubro, 2026
As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

9 de Outubro, 2026
O que fica quando o último apito soa?

O que fica quando o último apito soa?

9 de Outubro, 2026
Carregar Mais

Relacionados - Publicações

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

9 de Outubro, 2026
A Competência não basta

O trabalho que não fazemos

9 de Outubro, 2026
A linguagem universal do futebol

O desporto não pode perder a humanidade

9 de Outubro, 2026
As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

9 de Outubro, 2026
O que fica quando o último apito soa?

O que fica quando o último apito soa?

9 de Outubro, 2026
Carregar Mais
Artigo Seguinte
Professores  e estudantes do IEFD clamam por melhores condições de trabalho

Professores e estudantes do IEFD clamam por melhores condições de trabalho

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.