Nossa Seguros BFA SB FIB BANCO BAI
Sex, 9 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

O que fica quando o último apito soa?

Jornal OPaíspor Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026
Em Opinião

N DANIEL MIGUEL os quintais de Luanda, do Huambo ou de Benguela, tu do começa antes da chegada dos convida dos. Alguém empresta as cadeiras, uma tia assume a cozinha e um vizinho resolve aquilo que ninguém tinha previsto.

Quando o semba começa a tocar, o quintal transforma-se num lugar de celebração. Mas chega o momento em que a música ter mina, os convidados partem e regressa o silêncio. O que ficou? Talvez apenas uma boa recordação.

Ou talvez um jovem tenha aprendido um ofício, uma cozinheira conquistado novos clientes e um músico encontrado a próxima oportunidade. A festa terminou. As oportunidades podem continuar. Penso nesta imagem enquanto Luanda recebe o Campeonato Africano dos Clubes Campe ões de Andebol, reunindo algumas das principais equipas do continente.

Angola tem uma história respeitável nesta modalidade, especialmente no feminino. Mas existe uma diferença entre conquistar prestígio desportivo e transformá-lo em desenvolvi mento. Um campeonato pode durar dez dias.

O seu verdadeiro valor de veria ser pensado para os dez anos seguintes. Durante muito tempo, habituámo-nos a avaliar os grandes acontecimentos pela sua dimensão: participantes, espectadores, países representados e cerimónias realizadas. São indicadores importantes. Mas não contam toda a história.

O investigador Holger Preuss, referência nos estudos sobre o lega do dos eventos desportivos, de monstra que os seus efeitos podem ser positivos ou negativos, materiais ou imateriais. Organizar uma competição não significa, automaticamente, produzir desenvolvimento.

Leia mais em…

Por: EDGAR LEANDRO

Recomendado Para Si

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

A minha reflexão sobre a essência da diplomacia angola na impõe duas perguntas jus tas e necessárias: a nossa política...

O trabalho que não fazemos

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

Angola quer ser uma potência económica, mas ainda não aprendeu a valorizar uma das suas maiores ri quezas existentes no...

O desporto não pode perder a humanidade

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

O futebol, em particular, e o desporto, de uma forma geral, têm destas coisas: num instante, um jogador é herói;...

As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

Bem que a tia Canica, aquela mais velha que se sen tava na ponta da rua, já sem mui tos...

Carregar Mais

Edições Digitais

Siga OPAÍS no WhatsApp

Recomendado Para Si

Opinião

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

A minha reflexão sobre a essência da diplomacia angola na impõe duas perguntas jus tas e necessárias: a nossa política...

Ler maisDetails
Opinião

O trabalho que não fazemos

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

Angola quer ser uma potência económica, mas ainda não aprendeu a valorizar uma das suas maiores ri quezas existentes no...

Ler maisDetails
Opinião

O desporto não pode perder a humanidade

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

O futebol, em particular, e o desporto, de uma forma geral, têm destas coisas: num instante, um jogador é herói;...

Ler maisDetails
Opinião

As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

por Jornal OPaís
9 de Outubro, 2026

Bem que a tia Canica, aquela mais velha que se sen tava na ponta da rua, já sem mui tos...

Ler maisDetails
Carregar Mais
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.