No ordenamento jurídico angolano, a Nova Divisão Político-Administrativa (DPA) foi implementada há dois anos. É uma realidade. Garante avanços na governação de proximidade. Os cidadãos participam. Apresentam com pontualidade os problemas da comunidade aos servidores públicos. Importa realçar que esta missão engaja todos os angolanos. Moxico-Leste, Cuando e Icolo e Bengo são as novas províncias.
Antes eram dezoito. Planos urbanísticos estão em curso. Elaboração de projectos, materialização de infra-estruturas e serviços sociais continuam a sair do papel. As vantagens da Nova Divisão Político-Administrativa impõem uma nova gestão da coisa pública. A administração local está empenhada a resolver os desafios dos novos territórios. O desenvolvimento da colectividade é o foco.
Contribuições para a realização de tarefas públicas e privadas vão acontecendo. O orçamento participativo e outros conselhos de auscultação são inclusivos. Os servidores públicos estão comprometidos com a causa.
Em Luanda, durante o discurso sobre o Estado da Nação, na Assembleia Nacional, o Presidente da República, João Lourenço, frisou as vantagens da Nova Divisão Político-Administrativa. Volvidos dois anos, acrescentou que houve avanços na governação de proximidade e na participação dos cidadãos.







