O multilateralismo é a cooperação de três ou mais Estados para a resolução de problemas comuns. Nos dias que correm, ocupa efectivamente a agenda dos governos.
O reforço deste paradigma social, político e económico depende, em grande medida, do acesso credível à informação. Deve ser imparcial e disponível em várias línguas locais e estrangeiras.
Os resultados desta acção têm impacto directo na vida das populações. A eficácia de processos de comunicação geram crescimento e desenvolvimento em vários domínios da vida pública e privada.
As acções multilaterais reduzem o fosso digital. Protege a integridade da informação. É preciso estar preparado. O uso responsável e inclusivo da inteligência artificial deve engajar todos.
A transferência tecnológica e o desenvolvimento de competências digitais, mediante formação e acompanhamento, combinam e agregam programas fiáveis à população.
Em Nova Iorque, Estados Unidos da América (EUA), o representante permanente adjunto de Angola junto das Nações Unidas, Mateus Luemba, na 4.ª Comissão da Assembleia Geral, afirmou que “a eficácia da comunicação da ONU deve ser avaliada pela acessibilidade e relevância da informação divulgada, bem como pelo seu contributo concreto para melhorar a vida das pessoas”.








