A paz não é um fenómeno isolado. A sua consolidação depende de todos. O reforço da participação das mulheres nos processos de prevenção e resolução de conflitos não deve ser descartado.
Para a construção da paz, a liderança das mulheres é indispensável. Nos mecanismos de decisão, deve haver presença efectiva de mulheres com iniciativas concretas. Nestes processos, a mulher não deve ser meramente um objecto simbólico.
Nos dias que correm, os governos africanos devem assumir, cada vez mais, a presença das senhoras nos órgãos de decisão. A troca de experiências permite alcançar novos horizontes. Os compromissos regionais aprofundam relações.
Acabam por diluir a vontade de se pegar em armas e inviabilizar a circulação de pessoas e bens. Para o futuro do continente africano, as meninas e as senhoras devem crescer num ambiente de paz, segurança e de oportunidades.
As mulheres devem ocupar também os espaços onde se tomam decisões para o futuro da humanidade. No Fórum Parlamentar da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (FP-CIRGL), em Dar es Salaam, Tanzânia, o presidente da Assembleia Nacional, Adão de Almeida, defendeu que “a paz deve ser construída como uma cultura assente na educação, no diálogo, na tolerância, na inclusão e na valorização da diversidade”.








