BFA AIMC BFA SB SB FIB BANCO BAI
Seg, 26 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Carta do leitor: Nem sempre a culpa é do motorista

Jornal OPaíspor Jornal OPaís
27 de Outubro, 2025
Em Opinião
0
Tempo de Leitura: 3 mins de leitura
Carta do leitor: Nem sempre a culpa é do motorista

A Avenida Fidel de Castro, conhecida por muitos como Via expressa, ou por alguns como “auto-estrada”, uma das principais e mais importante via das províncias de Luanda e Icolo e Bengo, parecendo que não continua a ser uma das zonas mais perigosas para os motoristas que trafegam nestas províncias.

A Via expressa, tal como foi projectada, deveria ser símbolo de modernidade e mobilidade urbana, mas ultimamente, por conta a ambição desmedida de muitos angolanos, transformou-se num palco de risco, principalmente à noite.

Transforma-se num verdadeiro perigo para os automobilistas e peões, devido aos inúmeros pontos escuros que se estendem ao longo da via.

É preocupante constatar que, em pleno século XXi, ainda convivemos com zonas completamente às escuras numa estrada de tão grande importância e ponde o trânsito é feito em velocidade acima dos 60km/h. Grande parte dessa escuridão resulta do roubo constante de cabos eléctricos, postes, tampas e outros materiais usados na iluminação pública.

Este fenómeno não é novo, mas parece ter-se tornadorotina.As reposições demoram e, quando feitas, são novamente vandalizadas pouco tempo depois.

O resultado é um ciclo de prejuízos financeiros, insegurança e acidentes de viação que poderiam ser evitados. Muitos acidentes de viacção são atribuídos, quase automaticamente, à imprudência dos motoristas.

Mas raramente se discute o papel da falta de iluminação como factor contribuinte. A visibilida- de reduzida aumenta os riscos de coli- sões, atropelamentos (e aqui agrava-se o facto de não termos a cultura de usar aspedonais,também porque à noite fica complicado usá-las por causa dos amigos do alheio, nem de usar roupas refletoras neste período).

Nós nem temos todo o pavimento com sinalização reflectora adequada, a renovaçãodatintanopavimentosóacontece quando está para se realizar algum evento importante no país ou na zona, como vimos a pintarem a estrada Nacional 100 (do hotel Lukweko até ao Museu da escravatura) aquando da visita de Joe Biden. Então, é injusto culpar apenas o condutor quando o próprio estado da via coloca a vida de todos em perigo.

É urgente reforçar a fiscalização e o controlo do destino dos materiais eléctricos, bem como aplicar penalizações mais severas a quem lucra com o vandalismo do património público.

Ao mesmo tempo, as autoridades devem investir em soluções tecnológicas mais modernas, como sistemas de iluminação inteligentes, sensores de movimento, câmaras de vigilância e materiais anti-roubo, que dificultem a acção dos marginais e garantam maior durabilidade das infra-estruturas.

A segurança rodoviária não depende apenas do comportamento dos automobilistas, mas também da qualidade das vias e das condições de iluminação.

Enquanto continuarmos a permitir que a escuridão reine na Via expressa, e noutras, estaremos a fechar os olhos a um problema que custa vidas, todos os dias.

POR: Mauro De Sousa, Viana

Relacionados - Publicações

PONTUAL: Pergaminhos da fama

PONTUAL: A pressa pode custar uma vida

26 de Outubro, 2026
A linguagem universal do futebol

Duas finais consecutivas, um sonho por cumprir

23 de Outubro, 2026
A Competência não basta

Técnicos vs. gestores

23 de Outubro, 2026
Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

23 de Outubro, 2026
Clima e preço do prato: como a seca e as chuvas ditam a inflação alimentar?

Renda, luz, água: como negociar contas e evitar cortes

23 de Outubro, 2026
A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

23 de Outubro, 2026
Carregar Mais

Maís Populares

  • GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • FIFA sanciona Federação Angolana de Futebol por incumprimento de decisão disciplinar sobre o 1.º de Agosto

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Mais de 92 mil candidatos obtêm nota positiva no concurso público da Saúde

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Trade Business Corporation promove primeiro Fórum Anual do Empreendedorismo, Inovação e Desenvolvimento

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • MINSA anuncia hoje resultados provisórios do concurso público

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Publicações

PONTUAL: Pergaminhos da fama

PONTUAL: A pressa pode custar uma vida

por Jorge Fernandes
26 de Outubro, 2026

...

A linguagem universal do futebol

Duas finais consecutivas, um sonho por cumprir

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A Competência não basta

Técnicos vs. gestores

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Clima e preço do prato: como a seca e as chuvas ditam a inflação alimentar?

Renda, luz, água: como negociar contas e evitar cortes

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Carregar Mais
Artigo Seguinte
Candidatos à Presidência da UNITA iniciam campanha eleitoral

Candidatos à Presidência da UNITA iniciam campanha eleitoral

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Bem-vindo de Volta!

Entre para a sua conta abaixo

Esqueceu a Palavra-passe?

Recuperar palavra-passe

Por favor, insira o seu nome de utilizador ou endereço de correio-electrónico para reposição da sua palavra-passe.

Entrar
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM