Uma criança menor de 10 anos de idade é o primeiro caso confirmado de Mpox na província da Huíla. O caso foi registado no município do Lubango, segundo o porta-voz do Gabinete Provincial da Saúde, Júlio Madaleno.
As autoridades sanitárias da província da Huíla registaram o primeiro caso de Mpox, numa criança menor de 10 anos de idade, no município do Lubango. A informação foi avançada, esta segunda-feira, à imprensa pelo porta-voz do Gabinete Provincial da Saúde, Júlio Madaleno.
Segundo o responsável, a criança terá tido contacto com uma pessoa afectada pela doença numa das escolas da capital huilana. O menor encontra-se já a receber tratamento médico, enquanto as autoridades sanitárias trabalham na identificação dos contactos, com vista a interromper a cadeia de transmissão.
Júlio Madaleno confirmou que o caso está oficialmente diagnosticado e apelou ao reforço das medidas de prevenção, enquanto as equipas de vigilância epidemiológica continuam a investigar a origem da infecção e a localizar os contactos da criança.
“Até agora, tivemos apenas um caso. Presume-se que seja de uma criança que tenha tido contacto com alguém infectado, mas as equipas de vigilância continuam a trabalhar para apurar mais factos e manter localizados os contactos dos contactos”, explicou.
Autoridades reforçam apelo à prevenção
O porta-voz do Gabinete Provincial da Saúde apelou à população para evitar o contacto físico com pessoas suspeitas ou infectadas, bem como a partilha de utensílios e roupas.
Entre as principais medidas preventivas, destacou a lavagem frequente das mãos com água e sabão e a procura imediata de uma unidade sanitária perante o surgimento de sintomas como erupções cutâneas, inflamação dos gânglios, febre e fortes dores de cabeça.
Júlio Madaleno assegurou, igualmente, que as unidades sanitárias da província da Huíla estão preparadas para receber casos de Mpox e que os profissionais de saúde foram treinados para lidar com a doença, de acordo com os protocolos de actuação, incluindo o isolamento dos casos, de modo a evitar a transmissão comunitária.
POR: João Katombela, na Huíla







