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Engenheiro civil diz que DPA vai gerar novos serviços para Icolo e Bengo

Sebastião Félix por Sebastião Félix
16 de Agosto, 2024
Em Política

A nova Divisão Político-Administrativa (DPA), tendo “partido” Luanda para fazer surgir a província de Icolo e Bengo, aprovada pela Assembleia Nacional com 97 votos a favor, 65 contra e cinco abstenções, e cuja implementação acontece em 2025, visa descongestionar o centro e outros serviços públicos e privados

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Em sede da nova Divisão Político-Administrativa (DPA), aprovada esta semana pela Assembleia Nacional (AN), a divisão de Luanda em duas províncias, para o engenheiro civil, Celestino Lanzi, é uma oportunidade para se descongestionar o centro e surgir a criação de novos serviços públicos e privados.

Em declarações ao jornal OPAÍS, o engenheiro civil adianta que o novo território, à luz daquilo do que está programado, contará com novas infra-estruturas de apoio de grande e médio porte para dar resposta aos desafios que o programa do Executivo impõe.

“Temos uma soberana oportunidade de criar, a curto, médio e longo prazos, capitais políticas, económicas e administrativas, sem descurar aspectos de natureza cultural e outros, tal como acontece noutras realidades dentro e fora do continente africano”, fez saber Celestino Lanzi.

Por conta disto, o também professor universitário refere que a construção de cidades não é feita a curto prazo, porque ela obedece critérios técnicos ligados ao saneamento básico, distribuição de água, rede de águas residuais e pluviais, gestão de resíduos sólidos e outros serviços.

De acordo com o engenheiro, a fase de execução surge à medida que todos os passos forem concluídos e, mediante concursos públicos, surgem as empresas nacionais ou estrangeiras que vão materializar o projecto, sem esquecer os recursos humanos e as novas tecnologias usadas nesta área do saber.

Celestino Lanzi frisa ainda que, no novo plano director das futuras cidades, incluindo a aeroportuária, os espaços devem ser racionalmente aproveitados, de modo a não haver choques arquitectónicos.

“Nos dias que correm, a construção civil ganhou novos contornos, pois o que levava mais tempo a ser executado, hoje leva menos tempo, portanto é um desafio a ter em conta”, adianta o professor universitário.

Por isso, o engenheiro referiu que esses desafios vão promover novas formas de mobilidade, tendo em conta a edificação do metro de superfície nos próximos tempos.

Celestino Lanzi diz que esse serviço de transporte púbico vai garantir mais postos de empregos directos e indirectos e contará com uma estrutura arquitetónica própria.

Com base nos serviços que estão por vir, de um modo geral, o engenheiro civil acredita que a modernização efectiva dos serviços públicos vão dar um novo ar aos cidadãos nacionais e estrangeiros futuramente.

“Luanda tem muita população num único espaço”

No âmbito da divisão da capital angolana em duas províncias, o engenheiro civil, Celestino Lanzi, fez saber que Luanda tem muita população num único espaço e, nos dias que correm, as respostas carecem de novas soluções técnicas e administrativas.

Por isso, o professor universitário é de opinião que uma eventual requalificação, na sua periferia e arredores, obrigará muitas expropriações e isso tem outros contornos.

Deste modo, Celestino Lanzi adianta que uma das demais soluções existentes, do ponto de vista técnico ou político, é a nova divisão para tornar os serviços públicos mais céleres. “Não é que Luanda tenha muita população, é muita gente num único espaço e os serviços públicos tornaram-se mais difíceis”, frisou o professor universitário a este jornal.

O engenheiro diz que, por conta de um contexto passado, Luanda teve um crescimento urbano desordenado na sua periferia, por isso é importante haver uma mudança paulatina. Por isso, Celestino Lanzi defende que, com a nova Divisão Político-Administrativa (DPA), a ocupação ilegal de terrenos deve ter dias contados para melhor ordenamento do território e melhor aplicação dos planos directores.

De salientar que, com a efectivação da província de Icolo e Bengo, a mesma deverá ganhar algumas infra-estruturas actualmente alocadas ao território de Luanda, entre as quais o imponente Aeroporto Internacional Dr. Agostinho Neto, Hospital Geral de Viana (Bispo Emílio de Carvalho), Hospital Geral de Cacuaco (Heróis de Quifangondo), Centralidade do Zango 5, Centralidade do Sequele, ZEE, Marco Histórico do Quifangondo, CETEP, Urbanização da Vida Pacífica, Urbanização do Km 44, além de um vasto potencial agrícola e turístico

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