O Inspector-Geral da IGAE, João Pinto, afirmou, na Terça-feira, 19, em Benguela, que, neste tipo de acto, se deve sempre olhar para a boa-fé, primeiro, e, segundo, para a disponibilidade orçamental posta à disposição, resultante de uma política do Presidente da República, João Lourenço, para a situação de emergência das vítimas das cheias.O responsável, que procedeu à entrega de bens diversos ao governo local, para acudir às vítimas das cheias, adverte que não é momento de procurar culpados, mas de trabalhar para a garantia do bem-estar social
João Pinto refere que, nas situações de emergência, se deve deixar que as coisas sejam feitas e, depois, apurar, sobretudo quando se pretende saber se os bens foram mesmo destinados às populações, acreditando, por isso, na boa-fé das pessoas.
“Nós somos aqueles que acreditamos nos angolanos em qualquer circunstância”, refere, prometendo apurar “erros” cometidos, porém, deixa claro que, nesta fase, o que interessa mesmo é salvar pessoas. Para as empreitadas em curso, aprovadas emergencialmente, no âmbito dos danos causados pelas chuvas, o Presidente da República, João Lourenço, aprovou despesas de cerca de 400 milhões de dólares, destinados à construção de pontes, casas para os sinistrados, reposição de pavimentos, entre outras despesas.
Pinto está de malas feitas para a Provedoria de Justiça, cuja deliberação acontece amanhã, na Assembleia Nacional, na base de uma proposta da bancada parlamentar do MPLA. Ele diz ser honroso quando, no quadro da cidadania, se recebe uma missão e, por isso, promete servir “no melhor sentido na defesa do interesse público”.
POR: Constantino Eduardo, em Benguela









