Nossa Seguros BFA SB FIB BANCO BAI
Sáb, 17 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

O deputado angolano e as perguntas

Jornal OPaíspor Jornal OPaís
12 de Agosto, 2026
Em Opinião
O deputado angolano e as perguntas

Àguisa de prólogo, entende-se que, num Esta- do democrático e de Direito, o mandato de um deputado não se resume apenas a ocupar um assento no Parlamento, a votar ou a apresentar pro- postas de leis. No verdadeiro sentido da representação política, está também na ligação permanente entre o eleito (deputado) e os seus eleitores (povo).

Quando um deputado intera- ge constantemente e responde às perguntas do seu eleitorado, na minha opinião, fortalece a democracia, promove a transparência e demonstra respeito por aqueles que lhe confiaram o voto por um determinado período de tempo. Infelizmente, nem sempre esta prática é comum para o nosso contexto.

Muitos irmãos angolanos e cidadãos ainda sentem que os seus representantes apenas aparecem durante as campanhas eleitorais, desaparecendo depois de conquistarem o mandato. Essa distância cria desconfiança, alimenta o desinteresse pela política e enfraquece a participação cívica. Por outro lado, um deputado que responde às dúvidas, críticas e sugestões da população transmite uma mensagem clara: está disponível para prestar contas e para ouvir quem representa.

Mesmo quando não consegue resolver todos os problemas, o simples facto de estar presente, de explicar as limitações, apresentar soluções possíveis ou encaminhar as preocupações dos cidadãos já constitui um exercício de responsabilidade pública. Responder às perguntas do eleito- rado também permite ao deputado conhecer melhor a realidade das comunidades, identificar as suas necessidades e defender, com maior propriedade, políticas públicas que correspondam aos interesses da população.

A política deixa de ser um discurso distante e transforma-se num diálogo constante e inclusivo. Penso que a prestação de contas é um dos pilares da boa governação. Os eleitos devem compreender que o cargo pertence ao povo e que o mandato é temporário. Por isso, ouvir, responder e comunicar de forma transparente não é um favor, mas sim um dever democrático.

Em gesto de conclusão, quando um deputado responde às perguntas do seu eleitorado, ganha a nossa democracia, ganha a confiança dos cidadãos e fortalece-se a relação entre representantes e representados. O silêncio afasta o povo da política; o diálogo aproxima, esclarece e constrói uma sociedade mais participativa e consciente.

Neste artigo, procurei fazer um pequeno apelo aos que estão neste mandato e aos que eventualmente entrarão na alvorada de 2027 adiante: é preciso mudar o nosso contexto e reforçar a interacção entre os servidores deste ramo e os seus eleitorados. Apesar de que, num universo de 220 deputados, a maioria ainda se encontra excluída da interacção contínua com o seu eleitor, também parabenizo aqueles que acompanho e que, até aqui, têm conseguido manter uma interacção constante com o seu eleitor, e passo a citar:

1.Esteves Hilário 2. Elizângela Wassuka 3. Kilamba Van-Dúnem 4. Aia-Elza Gomes da Silva 5. Hemingarda Fernandes 6. Nvunda Salucombo 7. Nelito Ekuikui 8. Adriano Sapinala 9. Paulo Faria 10. Ariane Nhany 11. Miahela Wheba 12. Antônio Paulo Uma curta lista miscigénea entre a antiga e a nova geração, com saberes e competências diversas, com boa capacidade de comunicação e interação com os seus eleitores.

Relacionados - Publicações

A competência de quem nos contraria

A competência de quem nos contraria

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Imaginemos...

A obsessão pelos cargos de chefia: quando a ambição atropela a competência

A obsessão pelos cargos de chefia: quando a ambição atropela a competência

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Em...

“A Nação que queremos começa pelas crianças, pelas mulheres e pela educação”

“A Nação que queremos começa pelas crianças, pelas mulheres e pela educação”

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Na...

A Nação como espelho: o Estado da Nação de 2026 e a construção discursiva do legado de João Lourenço

A Nação como espelho: o Estado da Nação de 2026 e a construção discursiva do legado de João Lourenço

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

O...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Ainda não é um adeus, camaradas!

por Dani Costa
16 de Outubro, 2026

Cerca...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Um só povo, uma só Nação

por Dani Costa
15 de Outubro, 2026

O...

Carregar Mais
Publicidade

Maís Populares

  • GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Empreendedora angolana cria plataforma para venda de produtos africanos em Portugal

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Polícia trava desvio de 10 toneladas de fertilizantes no Porto do Lobito

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Naufrágio de barco com 305 imigrantes deixa 139 mortos ao largo de Djibuti

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Celso Rosas considera Corredor do Lobito como aposta estratégica para transformar Angola num centro logístico da África Austral

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Publicações

A competência de quem nos contraria

A competência de quem nos contraria

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Imaginemos...

A obsessão pelos cargos de chefia: quando a ambição atropela a competência

A obsessão pelos cargos de chefia: quando a ambição atropela a competência

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Em...

“A Nação que queremos começa pelas crianças, pelas mulheres e pela educação”

“A Nação que queremos começa pelas crianças, pelas mulheres e pela educação”

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Na...

A Nação como espelho: o Estado da Nação de 2026 e a construção discursiva do legado de João Lourenço

A Nação como espelho: o Estado da Nação de 2026 e a construção discursiva do legado de João Lourenço

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

O...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Ainda não é um adeus, camaradas!

por Dani Costa
16 de Outubro, 2026

Cerca...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Um só povo, uma só Nação

por Dani Costa
15 de Outubro, 2026

O...

Carregar Mais
Artigo Seguinte
A caneta não escreve sozinha…

A caneta não escreve sozinha…

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM