BFA AIMC BFA SB SB FIB BANCO BAI
Ter, 27 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Angola e União Africana: Participação e Engajamento (I)

Jornal OpaisPor Jornal Opais
9 de Fevereiro, 2024
Em Opinião
0
Tempo de Leitura: 4 mins de leitura
Angola e União Africana: Participação e Engajamento (I)

Neste exercício analítico pretendemos analisar a relação de Angola com a União Africana numa altura em que o país se prepara para formalizar a sua candidatura à presidência rotativa desta organização em 2025.

Publicaremos neste espaço uma série de análises que nos permitirão compreender o estado da relação entre estes dois players importantes no continente africano.

Nesta publicação em particular analisamos o grau de participação e engajamento de Angola na União Africana, buscando responder a questões como: Qual é o nível de participação e engajamento de Angola nas atividades e órgãos da União Africana?

Angola desempenha um papel ativo em cúpulas, comissões e outras instâncias da UA? Estes questionamentos são importantes para perceber o grau de influência e relevância política de Angola na organização.

Angola é um dos membros fundadores da União Africana (UA), a organização que visa promover a integração, a paz, a segurança, o desenvolvimento e os direitos humanos em África.

Desde a sua independência, em 1975, Angola tem participado ativamente nas diversas iniciativas e órgãos da OUA/ UA, especialmente no Conselho de Paz e Segurança (CPS), que é o principal mecanismo de prevenção, gestão e resolução de conflitos no continente.

Angola tem desempenhado um papel importante na mediação e na diplomacia preventiva em várias situações de crise e instabilidade em África, como na República Democrática do Congo, no Burundi, no Sudão do Sul, na Guiné Bissau, em Moçambique, na Região dos Grandes Lagos e no Golfo da Guiné.

Angola tem também contribuído com recursos financeiros para as operações de paz e de segurança da UA e da ONU.

O nosso líder, o Presidente João Lourenço, tem defendido incansavelmente o respeito pelo constitucionalismo e pelos princípios democráticos em África, condenando os golpes de Estado e as mudanças inconstitucionais de governo.

Angola tem também apoiado os esforços da UA para combater ameaças como o terrorismo, o tráfico de drogas e de armas, a pirataria marítima e outras formas de ameaças que perigam a paz e a segurança do nosso continente.

O Governo angolano tem procurado reforçar a sua cooperação e o seu engajamento com a UA em diversas áreas como o desenvolvimento económico e social, a integração regional, a cultura, a educação, a ciência e tecnologia, a agricultura, a energia, o comércio, os direitos humanos, a igualdade de género, e a participação da juventude.

O Estado angolano tem ratificado vários instrumentos jurídicos e políticos da UA, como a Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos, o Protocolo de Maputo sobre os Direitos das Mulheres em África, a Agenda 2063 e o Tratado de Livre Comércio Africano.

O país tem demostrado assim um compromisso e uma liderança efectiva na promoção de valores e dos objetivos da UA, contribuindo para a construção de uma África mais unida, pacífica, próspera e solidária.

Um exemplo disso é o facto de o Presidente João Lourenço, ter sido designado “Campeão para Paz e Reconciliação em África”, na 16* Sessão Extraordinária da Assembleia de Chefes de Estado e de Governo da UA, realizada aos 28 de maio de 2022, em Malabo, na Guiné Equatorial.

Não se pode deixar de observar alguns aspetos importantes por parte do Presidente João Lourenço:

(1) Tem traçado linhas para o sucesso da paz e da reconciliação no continente, assentes na confiança e união na diversidade dos povos de África, no diálogo, no respeito pela soberania dos Estados e na proteção e promoção dos direitos humanos;

(2) O Presidente João Lourenço tem alertado sobre os problemas de insegurança e instabilidade que o continente enfrenta e que têm impacto directo na deterioração do tecido macro-social africano agravando o flagelo da fome, da miséria e das doenças;

(3) Tem apelado à solidariedade e à cooperação entre os países africanos e com os parceiros internacionais; (4) e não menos importante, o Presidente João Lourenço tem apoiado e privilegiado as plataformas multilaterais, da ONU, UA, SADC, CEEAC, CPLP e de outras organizações para promover ações que visam a restituição da paz regional, da ordem soberana e da estabilidade constitucional e efectiva dos Estados africanos manifestando a sua disponibilidade para colaborar com os seus homólogos na gestão e na resolução dos conflitos, bem como na prevenção e no combate às ameaças, à paz e à segurança do continente.

O 31 de janeiro é consagrado o Dia da Paz e Reconciliação em África, uma data que marca o reconhecimento do papel e do envolvimento do Presidente João Lourenço, e portanto de Angola e dos angolanos, na promoção da paz e da reconciliação em África.

Esta data é também uma oportunidade para se fazer um balanço dos progressos e dos desafios que se colocam à UA e particularmente aos seus Estados-membros na prossecução e concretização dos objetivos expressos na Agenda 2063.

Angola tem sido um parceiro estratégico e a sua liderança regional tem sido cada vez mais afirmada dentro da União Africana, ao contribuir para o fortalecimento da unidade e da solidariedade africana, ao demostrar que a paz e a reconciliação são condições essenciais para o desenvolvimento e bem-estar dos povos de África, ao mostrar ainda que a cooperação e o engajamento com a União Africana são fundamentais para a integração, a estabilidade e resiliência democrática dos Estados e para os direitos humanos.

Assim, o nosso país tem honrado o seu passado de luta pela libertação nacional e o seu presente de construção de uma nação e de um continente estável, democrático e próspero.

No nosso entender, estes constituem elementos bastantes para demostrar que na União Africana a participação de Angola é efectivamente madura e o seu engajamento é sólido.

 

 

Por: Julião Lomenha

Relacionados - Artigos

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Melão de ouro e outros contos

27 de Outubro, 2026
Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

26 de Outubro, 2026
Entre professores e alunas: quem mais pratica o assédio sexual nas escolas? A realidade nua e crua no contexto angolano

Memórias do cativeiro I (1992): a marcha pela sobrevivência e a queda da cidade do Uíge

26 de Outubro, 2026
A normalização das roupas indecentes nas instituições privadas: o que é mais importante, a propina do aluno ou a preservação da moral? — quando a escola é apenas um depósito bancário

A normalização das roupas indecentes nas instituições privadas: o que é mais importante, a propina do aluno ou a preservação da moral? — quando a escola é apenas um depósito bancário

26 de Outubro, 2026
PONTUAL: Pergaminhos da fama

A pressa pode custar uma vida

26 de Outubro, 2026
A linguagem universal do futebol

Duas finais consecutivas, um sonho por cumprir

23 de Outubro, 2026
Carregar Mais

Maís Populares

  • GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweetar 0
  • Mais de 92 mil candidatos obtêm nota positiva no concurso público da Saúde

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweetar 0
  • Trade Business Corporation promove primeiro Fórum Anual do Empreendedorismo, Inovação e Desenvolvimento

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweetar 0
  • MINSA anuncia hoje resultados provisórios do concurso público

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweetar 0
  • Presidente da República visita exposição de arte na 4.ª edição da Bienal de Luanda

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweetar 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Artigos

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Melão de ouro e outros contos

Por Dani Costa
27 de Outubro, 2026

...

Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

Por Jornal OPaís
26 de Outubro, 2026

...

Entre professores e alunas: quem mais pratica o assédio sexual nas escolas? A realidade nua e crua no contexto angolano

Memórias do cativeiro I (1992): a marcha pela sobrevivência e a queda da cidade do Uíge

Por Jornal OPaís
26 de Outubro, 2026

...

A normalização das roupas indecentes nas instituições privadas: o que é mais importante, a propina do aluno ou a preservação da moral? — quando a escola é apenas um depósito bancário

A normalização das roupas indecentes nas instituições privadas: o que é mais importante, a propina do aluno ou a preservação da moral? — quando a escola é apenas um depósito bancário

Por Jornal OPaís
26 de Outubro, 2026

...

PONTUAL: Pergaminhos da fama

A pressa pode custar uma vida

Por Jorge Fernandes
26 de Outubro, 2026

...

A linguagem universal do futebol

Duas finais consecutivas, um sonho por cumprir

Por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Carregar Mais
Artigo Seguinte
Em telefonema abrangente, Putin e Xi concordam em não aceitar pressão política e militar dos EUA

Em telefonema abrangente, Putin e Xi concordam em não aceitar pressão política e militar dos EUA

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Bem-vindo de Volta!

Entre para a sua conta abaixo

Esqueceu a Palavra-passe?

Recuperar palavra-passe

Por favor, insira o seu nome de utilizador ou endereço de correio-electrónico para reposição da sua palavra-passe.

Entrar
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.