Nossa Seguros BFA SB FIB BANCO BAI
Sex, 16 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Andebol angolano: meio século de conquistas

Jornal OPaíspor Jornal OPaís
23 de Maio, 2025
Em Opinião
Andebol angolano: meio século de conquistas

Foto de: DANIEL MIGUEL

Se há uma modalidade que merece aplausos de pé quando se fala em desporto angolano, essa modalidade chama-se andebol. Em cinquenta anos de independência, o andebol foi mais do que uma modalidade desportiva, foi símbolo de resistência, bandeira de vitórias e espelho de organização num contexto onde tantas outras modalidades oscilaram entre avanços e retrocessos.

Basta uma rápida visita à galeria de conquistas para perceber que o andebol feminino angolano não tem rival em África. Com títulos continentais que já exigem uma vitrine reforçada, as nossas Pérolas tornaram-se uma marca registada de competência.

Elas não apenas dominam provas africanas de selecções e clubes, como também mostram brilho em palcos de elite, como campeonatos do mundo e jogos olímpicos, onde não vão só participar, vão competir.

Mas o andebol angolano não é só feito de pódios femininos. Nos masculinos, ainda sem troféus expressivos, o caminho também é de esforço reconhecível. Angola já não é apenas um convidado simpático, tornou-se presença habitual nas principais provas do continente e começa a ensaiar passos mais firmes no cenário global.

Internamente, enquanto outras modalidades lutam por um melhor calendário, o andebol mantém uma máquina competitiva de respeito. Juvenis, juniores, seniores, há organização, há regularidade, há formação. E essa base é o verdadeiro segredo da longevidade.

Não se chega a 50 anos de excelência por sorte. Chega-se com trabalho. Durante estas décadas, a Federação Angolana de Andebol viu várias lideranças assumir o leme. E embora os rostos mudem, a dedicação permanece.

A estrutura resiste às intempéries políticas e económicas. Isso não acontece por acaso, acontece porque o andebol é gerido por quem ama o andebol. E nesse cenário, surge com destaque a figura do actual presidente, José Amaral “Maninho”.

O seu nome hoje é sinónimo de estratégia, visão e valorização da história. A recente exposição “O Caminho das Pérolas”, em Benguela, não é apenas uma viagem nostálgica, é uma lição de patriotismo e gratidão.

Ao contar a história das heroínas que vestiram a camisola nacional, Maninho lembra-nos que o desporto também se faz de memória. E que quem não homenageia as suas glórias, está condenado a esquecê-las.

O andebol angolano não é perfeito, e que bom que não é, pois assim continua a evoluir. Mas é, sem dúvida, o exemplo mais robusto de como o desporto pode ser consistente, organizado e vencedor.

Que as novas gerações sigam este legado, que os clubes continuem a formar com qualidade, e que o espírito de superação que moldou este percurso continue a mover cada remate, cada defesa e cada golo.

Porque, no final, o andebol angolano não é apenas a modalidade mais estável do país, é também, um orgulho nacional. E isso, meus amigos, não se mede em taças. Mede-se em respeito.

Por: Luís Caetano

Relacionados - Publicações

A competência de quem nos contraria

A competência de quem nos contraria

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Imaginemos...

A obsessão pelos cargos de chefia: quando a ambição atropela a competência

A obsessão pelos cargos de chefia: quando a ambição atropela a competência

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Em...

“A Nação que queremos começa pelas crianças, pelas mulheres e pela educação”

“A Nação que queremos começa pelas crianças, pelas mulheres e pela educação”

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Na...

A Nação como espelho: o Estado da Nação de 2026 e a construção discursiva do legado de João Lourenço

A Nação como espelho: o Estado da Nação de 2026 e a construção discursiva do legado de João Lourenço

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

O...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Ainda não é um adeus, camaradas!

por Dani Costa
16 de Outubro, 2026

Cerca...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Um só povo, uma só Nação

por Dani Costa
15 de Outubro, 2026

O...

Carregar Mais
Publicidade

Maís Populares

  • Empreendedora angolana cria plataforma para venda de produtos africanos em Portugal

    Empreendedora angolana cria plataforma para venda de produtos africanos em Portugal

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Huambo acolhe acto central das comemorações do 35° aniversário das FAA

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Polícia trava desvio de 10 toneladas de fertilizantes no Porto do Lobito

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Unitel Estrelas ao Palco inicia este sábado a fase das eliminatórias

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Publicações

A competência de quem nos contraria

A competência de quem nos contraria

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Imaginemos...

A obsessão pelos cargos de chefia: quando a ambição atropela a competência

A obsessão pelos cargos de chefia: quando a ambição atropela a competência

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Em...

“A Nação que queremos começa pelas crianças, pelas mulheres e pela educação”

“A Nação que queremos começa pelas crianças, pelas mulheres e pela educação”

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Na...

A Nação como espelho: o Estado da Nação de 2026 e a construção discursiva do legado de João Lourenço

A Nação como espelho: o Estado da Nação de 2026 e a construção discursiva do legado de João Lourenço

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

O...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Ainda não é um adeus, camaradas!

por Dani Costa
16 de Outubro, 2026

Cerca...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Um só povo, uma só Nação

por Dani Costa
15 de Outubro, 2026

O...

Carregar Mais
Artigo Seguinte
Apreendidas nove armas de fogo e detidos mais de cem suspeitos

No país da banana e das maravilhas: a tragédia anunciada de uma juventude desencantada

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM