Nossa Seguros BFA SB Expo_Huambo FIB BANCO BAI STANDARD-BANK
Sáb, 3 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

A China fora do desenvolvimento tecnológico: o exemplo da indústria de floricultura de Kunming

Milton Manacapor Milton Manaca
10 de Outubro, 2025
Em Opinião

Participei, recentemente, no Fórum de Cooperação Mediática 2025 sobre a Iniciativa “Cinturão e Rota”, na companhia de cerca de 200 jornalistas de mais de 80 países do mundo, a convite do jornal generalista “Diário do Povo”, para acompanhar a evolução da Rota da Seda, implementada em 2013 pelo Presidente chinês, Xi Jiping, que tem como um dos objectivos o fortalecimento do multilateralismo.

Certamente, é escusado falar do desenvolvimento tecnológico da China, que move quase 100% da sua indústria, com os números a apontarem para o domínio do gigante asiático em 37 das 44 tecnologias críticas, actualmente.

Todavia, dos diversos sectores visitados pelo grupo de jornalistas, desde a fábrica de automóveis da Changan, indústria petroquímica de Yunnan, maior parque de produção de energia eólica do mundo, entre outros empreendimentos, chamou a minha atenção o comércio de flores.

A área de cultivo de flores do país actualmente abrange aproximadamente 1,5 milhão de hectares e o sector emprega mais de 5 milhões de pessoas, segundo estatísticas da Associação Chinesa de Flores.

Por exemplo, em Kunming, tida como a capital mundial das flores, entre a sua população permanente de mais de 70 mil residentes, 46.500 trabalham com flores. Para se ter uma ideia, embora a proporção da indústria de floricultura na economia nacional da China não seja divulgada separadamente nas estatísticas do PIB, o país tem actualmente cerca de 220 mil empresas de mudas e flores, com um valor de produção anual superior a 520 bilhões de yuans (cerca de 73 bilhões de USD).

Estatísticas da Administração Geral de Alfândegas da China apontam para um valor total do comércio de importação e exportação de flores da China de 710 milhões em 2023. Desse total, as exportações somaram 438 milhões, enviadas para 119 países e regiões.

É que as flores produzidas na China chegam a várias partes do mundo, a partir de um sistema de transporte devidamente estruturado, quer área, ferroviária ou terrestre com os países vizinhos. Por aqui, se pode perceber que, além dos empregos directos, a indústria de floricultura chinesa cria milhares de postos de trabalhos indirectos no seu país e no estrangeiro.

O caminho para Angola

A indústria de floricultura da China é uma evidência de que este país tem, verdadeiramente, uma economia diversificada que não se escuda apenas na tecnologia, mas sim, serve de suporte para os diversos sectores.

Enquanto visitávamos toda a cadeia de produção, fez-me lembrar, desde logo, que Angola está mergulhada no desafio da diversificação da sua economia, dispondo, nesta vertente, de condições essenciais para se lançar, a médio ou longo prazo, no desafio da indústria de floricultura, buscando, é claro, experiência de quem anda nisto há décadas.

E por que não a China? Condições para produção Angola possui, na quase totalidade das 21 províncias. Se produzirmos com qualidade, haverá mercado, quer interno, quer externo, a começar por África.

É que, dentre os países que consomem as flores chinesas, está, por exemplo, o Quénia, país com o qual Angola tem, semanalmente, ligação directa pela nossa companhia aérea, a TAAG. E, se há mercado no Quénia, haverá, certamente, para mais países do nosso continente berço.

Jornalista

Recomendado Para Si

É de hoje… A verdade sobre a Estrada 230

por Dani Costa
29 de Setembro, 2026

Foi na véspera da viagem ao Cuanza Sul que um dos nossos colegas me visitou no escritório para falar sobre...

Pontual: E se pensarmos em legalizar a ‘micha’?

por Jorge Fernandes
28 de Setembro, 2026

Aumenta a quantidade de jovens envolvidos na intermediação de serviços de compra e venda. Há diversos serviços, como de documentos,...

Editorial: Momento de afirmação

por Jornal OPaís
28 de Setembro, 2026

Angola saiu do jugo colonial no dia 11 de Novembro de 1975. Perante África e o mundo, o primeiro Presidente...

É de hoje… As novas ‘Cinderelas’ da política angolana

por Dani Costa
25 de Setembro, 2026

Eram formidáveis os encontros que haviam dos principais grupos da sociedade civil nas fases anteriores e posteriores ao conflito armado....

O mundo em anarquia: a voz de Angola no último baluarte do multilateralismo

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

O discurso do Presidente João Lourenço na 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, profe rido a 22 de Setembro de 2026,...

Gestão sem planeamento: por quanto tempo uma empresa consegue sobreviver?

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

No artigo da semana passada, chamámos a atenção para uma ideia que consideramos funda mental: uma empresa não cresce apenas...

Carregar Mais

Edições Digitais

Mais Populares

    Siga OPAÍS no WhatsApp

    Recomendado Para Si

    Opinião

    É de hoje… A verdade sobre a Estrada 230

    por Dani Costa
    29 de Setembro, 2026

    Foi na véspera da viagem ao Cuanza Sul que um dos nossos colegas me visitou no escritório para falar sobre...

    Ler maisDetails
    Opinião

    Pontual: E se pensarmos em legalizar a ‘micha’?

    por Jorge Fernandes
    28 de Setembro, 2026

    Aumenta a quantidade de jovens envolvidos na intermediação de serviços de compra e venda. Há diversos serviços, como de documentos,...

    Ler maisDetails
    Editorial

    Editorial: Momento de afirmação

    por Jornal OPaís
    28 de Setembro, 2026

    Angola saiu do jugo colonial no dia 11 de Novembro de 1975. Perante África e o mundo, o primeiro Presidente...

    Ler maisDetails
    Opinião

    É de hoje… As novas ‘Cinderelas’ da política angolana

    por Dani Costa
    25 de Setembro, 2026

    Eram formidáveis os encontros que haviam dos principais grupos da sociedade civil nas fases anteriores e posteriores ao conflito armado....

    Ler maisDetails
    Opinião

    O mundo em anarquia: a voz de Angola no último baluarte do multilateralismo

    por Jornal OPaís
    24 de Setembro, 2026

    O discurso do Presidente João Lourenço na 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, profe rido a 22 de Setembro de 2026,...

    Ler maisDetails
    Opinião

    Gestão sem planeamento: por quanto tempo uma empresa consegue sobreviver?

    por Jornal OPaís
    24 de Setembro, 2026

    No artigo da semana passada, chamámos a atenção para uma ideia que consideramos funda mental: uma empresa não cresce apenas...

    Ler maisDetails
    Carregar Mais
    Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

    Para Sí

    • Radio Maís
    • Media Nova
    • Negócios Em Exame
    • Chiola
    • Agência Media Nova
    • Contacto

    Categorias

    • Política
    • Economia
    • Sociedade
    • Cultura
    • Desporto
    • Mundo
    • Publicações
    • Vídeos

    Condições

    • Política de Privacidade
    • Política de Cookies
    • Termos & Condições

    @ Grupo Media Nova | Socijornal

    Sem Resultados
    Ver Todos Resultados
    • Política
    • Economia
    • Sociedade
    • Cultura
    • Mundo
    • Desporto
    • Mais
      • Publicações
      • Opinião
      • Entrevista
      • Editorial
      • Vídeos
      • Saúde
      • África
      • Ciência e Tecnologia
      • Cronica de Dani Costa
      • Justiça
      • Reportagem

    © 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

    Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.