Angola, enquanto Estado soberano, defende a cooperação global para a tributação de serviços digitais. Vai ajudar a combater a informalidade económica e a enfrentar desafios crescentes.
Além das receitas públicas provenientes dos impostos tradicionais, o país e a comunidade internacional enfrentam este fenómeno. Combater a economia informal é tarefa de todos. Estes desafios exigem respostas conjuntas e articuladas. Superam abordagens meramente individuais de cada país. A abordagem global só trará benefícios a todos os colaboradores.
Para a gestão pública e privada, os resultados garantem desenvolvimento económico e sustentável. É um desafio que coloca em causa a economia mundial e as suas perspectivas.
Nesta ordem, o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional querem, a curto, médio e longo prazo, um ambiente mais inclusivo. As novas tecnologias de informação impõem novos desafios.
Em Banguecoque, na Tailândia, no encontro multilateral dos ministros das finanças, o secretário de Estado, Ottoniel dos Santos, defendeu que “é importante unir forças e encorajar uma abordagem global e colaborativa que beneficie todos os intervenientes e conduza a melhores resultados para a governação fiscal e o desenvolvimento económico sustentável”.








