Nossa Seguros BFA SB FIB BANCO BAI STANDARD-BANK
Qua, 7 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Petróleo teve melhor início do ano desde 2013

Jornal Opaispor Jornal Opais
8 de Janeiro, 2018
Em Economia

O ano abriu com o preço do petróleo a atingir valores que já não se viam desde 2014, para o que contribuiu a quebra dos stocks e as condições climatéricas nos Estados Unidos e a animação no crescimento global. Num momento em que o preço do barril sobe pelo terceiro ano consecutivo e que a OPEP parece ganhar o braço-de-ferro com a produção de óleo de xisto os analistas interrogam-se se o actual valor do barril é sustentável.

POR: Luís Faria

Cushing é uma pequena cidade de pouco mais de sete mil habitantes situada no meio do Oklahoma, um estado norte-americano que faz, a Sul e a Oeste, fronteira com dois estados com tradições petrolíferas, o Texas e o Novo México. Cushing também tem uma intensa participação na indústria do petróleo e hoje ocupa um lugar central na definição do preço da matéria-prima no mercado. O lugar da cidade como produtora de petróleo atingiu o apogeu nos anos da Primeira Grande Guerra. Em 1919 produzia 300 mil barris por dia, o correspondente a 3% da produção mundial, tornando-se também uma importante plataforma de refinação.

Mas a sua condição de estrela da produção começou a empalidecer nos anos 40 do século passando, sobrando então à cidade a grande capacidade de armazenamento de crude. Mais que isso, tornou-se uma verdadeira encruzilhada para dezenas de oleodutos, designadamente 13 dos principais. A cidade ganhou o estatuto de maior centro logístico de distribuição petrolífera nos Estados Unidos, ditando o nível de entregas que regista o preço do petróleo de referência comercializado nos Estados Unidos, o West Texas Intermediate (WTI), negociado na bolsa de mercadorias de Nova Iorque (New York Mercantile Exchange), que envia, em tempo real, para ecrãs de computadores e smartphones as cintilantes cotações da matéria-prima energética em tempo real.

Na última semana de 2017 o nível dos stocks em Cushing caiu para o menor nível desde Fevereiro de 2015 e abaixo da média dos últimos cinco anos, o que, associado às tempestades de Inverno que atingiram os Estados Unidos fez com que o preço do barril de WTI voltasse a valores que não eram vistos desde…2014. Os futuros de Brent para 2019, negociado na praça de Londres e referência para as ramas angolanas e mais de metade do mercado petrolífero global, subia a 4 de Janeiro, numa só sessão, USD 3,81, um recorde na história da negociação deste tipo de petróleo. Além do contágio do baixo nível de stocks norte-americano, o Brent beneficiou ainda da instabilidade política no Médio Oriente, designadamente da tensão no Irão, o terceiro maior produtor da OPEP e que vem recuperando a sua oferta petrolífera, outrora uma das maiores da região, do impacto das sanções impostas ao país até à celebração de um acordo com algumas potências ocidentais quanto ao seu programa nuclear.

Abrir 2018 em força

Desde 2013 que o valor da matéria-prima não iniciava um ano com tanta força, reflectindo a determinação da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e os seus dez aliados de restringir a produção até ao final deste ano e o maior ‘aquecimento’ da economia mundial, com a Europa e os Estados Unidos a revelar boa passada no crescimento económico e, em consequência, no aumento da procura da matéria-prima energética. O efeito do aumento da procura pelas economias mais industrializadas está a bafejar as matérias- primas na sua generalidade. O crescimento da procura por matérias- primas pela manufactura europeia entusiasma as fábricas chinesas, que fazem por aproveitar o bom momento do mercado, colocando as maiores economias do mundo num alinhamento positivo.

O último ano abriu com o preço do barril de Brent nos USD 55 e o preço médio do ano acabou por situar- se neste valor. Acontecerá o mesmo a 2018, o terceiro ano consecutivo em que o preço do barril de petróleo sobe? O preço do barril de Brent fechará o ano com um registo médio de USD 65, depois de, nos primeiros dias de Janeiro e até ao final da última semana, ter conseguido um preço médio de USD 67,5, chegando, dia 4, a encerrar a sessão acima de USD 68? Tudo depende, como sempre, da resposta da produção norte-americana de petróleo de xisto, que a generalidade dos analistas prevê que suba para mais de 10 milhões de barris por dia a relativamente curto prazo se o preço de referência da matéria-prima se mantiver tão elevado.

Até acabar o último ano os produtores de óleo de xisto não deram sinais de vir a aumentar a produção, mantendo as mesmas 747 explorações que se encontraram activas no último trimestre. A possibilidade de o barril de Brent negociar acima de USD 60 este ano, sempre condicionada pelo braço de força entre a OPEP e a produção norte-americana de xisto, dependerá muito da evolução da procura mundial, da concretização das medidas proteccionistas de Donald Trump, o que acontecer valorizará o dólar com um efeito inverso sobre o preço da matériaprima, e da persistência de tensões geopolíticas. Os Estados Unidos querem (pelo menos a sua administração anuncia-o), por um lado, produzir mais e, por outro, suster o preço do petróleo a um nível elevado, que permita que a produção interna se expanda sem sacrificar a rentabilidade junto dos financiadores. E não faltará instabilidade geopolítica relacionada com o preço da principal matéria-prima energética.

Recomendado Para Si

Carteira digital do PayPay processa 2,35 milhões de transferências em Setembro

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

A carteira digital PayPay processou 2.353.687 transferências instantâneas através do KWiK em Setembro, operações que movimentaram 37,2 mil milhões de...

Jardins da Yoba prevê colher 1.500 toneladas de trigo no Cunene

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

A empresa especializada no estudo e melhoramento de sementes de cereais e hortícolas, Jardins da Yoba, prevê colher cerca de...

Grupo Naval reforça compromisso com desenvolvimento da produção nacional na Agritech Show Luanda

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

O Grupo Naval participou na primeira edição da Agritech Show Luanda 2026, na Fazenda da Quiminha, município do Cabri, na...

Virgínia Epalanga entra no agronegócio com investimento de mais de 14 hectares no Bengo‎

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

‎Empresária aposta na produção de verduras e legumes como parte da estratégia de diversificação e expansão dos seus negócios em...

Carregar Mais

Edições Digitais

Siga OPAÍS no WhatsApp

Recomendado Para Si

Economia

Carteira digital do PayPay processa 2,35 milhões de transferências em Setembro

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

A carteira digital PayPay processou 2.353.687 transferências instantâneas através do KWiK em Setembro, operações que movimentaram 37,2 mil milhões de...

Ler maisDetails
Economia

Jardins da Yoba prevê colher 1.500 toneladas de trigo no Cunene

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

A empresa especializada no estudo e melhoramento de sementes de cereais e hortícolas, Jardins da Yoba, prevê colher cerca de...

Ler maisDetails
Economia

Grupo Naval reforça compromisso com desenvolvimento da produção nacional na Agritech Show Luanda

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

O Grupo Naval participou na primeira edição da Agritech Show Luanda 2026, na Fazenda da Quiminha, município do Cabri, na...

Ler maisDetails
Economia

Virgínia Epalanga entra no agronegócio com investimento de mais de 14 hectares no Bengo‎

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

‎Empresária aposta na produção de verduras e legumes como parte da estratégia de diversificação e expansão dos seus negócios em...

Ler maisDetails
Carregar Mais
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.