Apanhar táxi deixou de ser um hábito normal na província de Luanda. Passou, antes, a ser sinónimo de sacrifício quando envolve acordar cedo e gastar muito com contas que nem sempre batem certo. São muitos os relatos de estudantes e trabalhadores que lamentam a batalha que têm de travar com os compatriotas nas paragens aliada às vias curtas pelas quais os taxistas optam em determinadas alturas do dia
Em Luanda, a problemática dos transportes que qualquer cidadão vive não está “por baixo dos panos”. No cenário abrange alunos, estudantes, docentes, funcionários públicos, profissionais de várias áreas e até mesmo alguns efectivos da polícia nacional (quando estes despem-se da farda e das botas e têm de regressar para os seus domicílios).








