Promotores de jogos não observam a lei que proíbe a actividade de jogos a menos de 1000 metros de instituições administrativas, hospitais, igrejas e escolas. A participação de crianças em actividade de jogos de fortuna ou azar, jogos sociais e apostas é a outra ilegalidade que a instituição adstrita ao Ministério das Finanças tem constatado
A directora do Instituto de Supervisão de Jogos (ISJ), Narethz Tati, denunciou nesta Quinta-feira, 8, a existência de empresas promotoras de jogos envolvidas em branqueamento de capitais, considerando este mercado vulnerável para tais práticas.
Narethz Tati, que falava à imprensa à margem do Workshop sobre “Procedimentos observados para atribuição de autorização da actividade de jogos”, disse que este mercado é vulnerável para tais práticas, daí o reforço das medidas regulatórias e de fiscalização. A instituição, que promete maior reforço das medidas de fiscalização, quer inibir que promotoras de jogos de fortuna ou azar, jogos sociais e apostas estejam envolvidas nestas práticas, devido aos perigos inerentes.







