A Biblioteca Contr’ Ignorância juntou, na tarde de Sábado, 17, cerca de 50 crianças e adolescentes num clube de leitura, onde os contadores de estórias abordaram a doença vitiligo. O encontro teve como objectivo transmitir mais conhecimento às crianças para não menosprezarem pessoas que padecem desta enfermidade
O professor e conta dor de estórias da Contr’Ignorância, Adilson Gonçalves, declarou ao Jornal o País que o vitiligo é um tema pouco debatido, mas presente na sociedade e, na qualidade da biblioteca ser portadora de informação, escolheram-no para desfazer os estigmas e preconceitos. “Temos que partir do princípio que somos todos iguais, independentemente de patologias como essa.
A nossa intenção foi de garantir que as crianças passem a ter in formações sobre o assunto”, disse. A tarde literária de Sábado, considerou Adilson Gonçalves, foi especial, porque, pela primeira vez, experimentaram um formato de contação de estórias diferente, com a presença de membros da associação nacional do vitiligo.
As integrantes da associação prestaram depoimentos relevantes sobre a doença, instruindo de que maneira as pessoas devem proceder ao se depararem com vítimas de vitiligo.
Vítima de vitiligo testemunhou com as crianças os constrangi mentos enfrentados
Minervina Evalina, 50 anos, padece de vitiligo. Às crianças e adolescentes que participaram no Clube de Leitura Minervina aconselhou a não serem ignorantes e não terem preconceito das pessoas doentes.
Ensinou-as a abraçarem as vítimas desta enfermidade com amor e união, no momento em que testemunhava os constrangimentos vividos, quando a doença surgiu no seu corpo, em 2017. “Tive muitos constrangimentos.
Por: Francisca Gonga








