Angola e Namíbia estão alinhadas. No âmbito da cooperação bilateral, vários instrumentos jurídicos foram assinados. Petróleo, defesa, cultura, desporto, finanças, pescas, aquicultura e turismo são as áreas em questão.
Deste modo, o investimento privado é uma das áreas prioritárias. Fortalecerá as relações entre os dois Estados. A comercialização de derivados do petróleo será um facto.
O gasóleo e a gasolina são produtos que contribuem para o desenvolvimento da economia. Com esta estratégia, a capacidade de transformação de matérias-primas vai garantir mais postos de trabalho.
Haverá resposta em relação ao mercado interno, bem como da África Austral. Angola pretende partilhar a capacidade de produção energética com os países da SADC. A Namíbia, África do Sul e o Zimbabwe estão nesta rota.
O quadro de integração vai alavancar áreas conexas. A cooperação energética permitirá aproveitar as capacidades existentes dos diferentes países. É um activo que vai contribuir para o desenvolvimento económico de cada Estado-membro e também da região.
No âmbito da visita da Presidente da Namíbia a Angola, Netumbo Nandi-Ndaitwah, o seu homólogo João Lourenço convidou ontem a pátria de Sam Nujoma a integrar a estrutura accionista da Refinaria do Lobito, em Benguela, com capacidade projectada para 200 mil barris de petróleo por dia.








