O PCA disse que a ZEE tem, neste momento, 89 indústrias em funcionamento e mais de 60 projectos empresariais em curso (com obras em construção), prevendo-se, nos próximos meses, novas indústrias nos sectores alimentares e farmacêuticos (esta última, com mais de dez).
Manuel Pedro avançou esta informação no final da visita que o comissário adjunto de negócios do Reino Unido para a África, Ben Ainsley, efectuou a ZEE, no âmbito do crescimento e reconhecimento da zona, um pólo industrial de referência para a gestão de espaços industriais infraestruturados.
Indicou que se trata de dois sectores de extrema importância para a economia e para o sector da saúde, tendo explicado que as indústrias hospitalares vão produzir soros, seringas e outros materiais de higiene sanitária.
Actualmente, apontou, o volume de negócios da ZEE ronda os cerca de cinco mil milhões de dólares norte-americanos. Para si, o sector da agricultura é outro ponto importante da zona económica, por fornecer matéria-prima para a indústria, daí que o engajamento é o de fazer com que os pequenos e grandes agricultores produzam cada vez mais.
“No espaço do Icolo e Bengo já existem alguns produtores de aves, mas pretende-se aumentar para os produtores de outros bens, como é o caso do girtíveis”, asseverou.
Por seu turno, o comissário adjunto de negócios do Reino Unido para a África, Ben Ainsley, disse que o seu país tem a agricultura como prioridade e este sector pode ser a mola para impulsionar o volume de negócios entre os dois países, que ronda entre os dois mil milhões de libras.