A TAAG Linhas Aéreas de Angola regista uma melhoria significativa na gestão comercial da rota Luanda–Cabinda, na sequência das medidas adoptadas, a 15 de Setembro, para reduzir as reservas não garantidas e assegurar uma correspondência mais rigorosa entre os lugares disponibilizados no sistema e a procura efectiva dos passageiros.
Desde essa data, a comercialização da rota passou a ser assegurada exclusivamente através dos canais oficiais da TAAG (website, aplicação móvel, Contact Center e loja da companhia em Cabinda), permitindo uma gestão mais eficiente do inventário e reduzindo situações em que lugares permaneciam bloqueados limitando a confirmação de reservas efectivas.
A implementação da medida permitiu disponibilizar no sistema cerca de 9.800 lugares para o período compreendido entre 15 de Setembro e 31 de Dezembro de 2026, aumentando a capacidade efectivamente acessível aos passageiros através dos canais oficiais da companhia.
Os dados globais do mesmo período demonstram, simultaneamente, a elevada procura pela ligação entre Luanda e Cabinda. Dos 47.104 lugares disponibilizados em classe económica, 45.621 correspondem já a bilhetes emitidos, o equivalente a 96,9% da capacidade colocada no mercado.
Em Outubro, a capacidade actualmente disponibilizada em classe económica encontra-se integralmente comercializada, enquanto Novembro e Dezembro apresentam níveis de emissão correspondentes a 96,8% e 93,5% da capacidade disponibilizada, respectivamente.
Os indicadores confirmam a forte procura por esta ligação e a sua importância para a mobilidade de cidadãos e empresas entre Luanda e Cabinda, demonstrando igualmente o impacto da alteração introduzida no modelo de comercialização da rota.
O presidente do Conselho de Administração da TAAG, Clóvis Rosa, esta medida permitiu-nos ter uma leitura mais rigorosa da procura efectiva e gerir os lugares disponíveis com maior transparência e previsibilidade.
“O nosso objectivo é assegurar que a capacidade colocada no mercado esteja efectivamente acessível aos passageiros e continuar a melhorar a resposta numa rota de particular importância económica e social para o país”, afirma.







