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Vala da morte do adolescente no Cazenga continua aberta e administração afasta construtora

Stela Cambamba por Stela Cambamba
18 de Janeiro, 2023
Em Sem Categoria

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Perto de completar dois meses, desde que se registou a morte de um adolescente numa vala de drenagem na 7ª Avenida do Cazenga, no bairro Mabor, os moradores clamam pela rápida intervenção nas obras para que não venha a acontecer mais mortes. A vala, que resulta de uma obra que consta do PIIM, continua aberta e a receber as águas da chuva

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Foi a 26 de Novembro que o adolescente Lutumba António, de 14 anos, conheceu a morte, no bairro da Mabor, por afogamento numa vala, quando tentava recuperar a bola que caiu no local. A vala é resultado de uma obra parada do Plano Integrado de Intervenção dos Municípios do Cazenga, na 7ª Avenida, e Lutumba estava a jogar a bola, naquele Sábado de chuva, quando entendeu entrar na obra para retirar a bola. Não aguentou a profundidade e morreu afogado.

Este caso comoveu a população local e teve repercussão nas redes sociais e meios de comunicação de massa. Apesar disso, hoje, passados quase dois meses, as obras que deram abertura da vala continuam paradas e a 7ª Avenida está praticamente intransitável. A avenida está com vários obstáculos na via, com grandes lagoas, escavação, amontoado de lixo, entre outros. As vias adjacentes estão inoperantes, os automobilistas que pretenderem usar devem deixar a viatura nu- ma zona e seguir viagem caminhando.

Enoque Bassula, morador da zona desde 1981, confirma que a obra que está a ser feita na sua rua está abandonada, desde o mês de Agosto do ano passado. Presenciou quando a equipa que trabalho começou a escavação e chegou a alertar sobre os possíveis perigos, tendo em conta que se aproximava o período chuvoso, mas infelizmente foi ignorado. De acordo com o nosso entrevistado, a obra de reabilitação da 7ª Avenida teve início em Março do ano passado e estava previsto o término no mês de Outubro. “Anteriormente, já tínhamos a rua asfaltada, mas não oferecia conforto aos moradores quando chovesse, porque o nível da estrada era maior em relação ao das residências, e entrava muita água nas casas. Eis a razão das novas obras”, disse.

Enoque Bassula conta que o incidente que ocorreu no mês de Novembro do ano passado é uma situação muito triste. A população nunca tinha registado qual- quer morte no local, sobretudo de crianças. Segundo o morador, em conversa com o responsável das obras a nível do município, foram informados de que ainda este mês de Janeiro uma outra empresa retomaria as obras.

O antigo morador da sétima avenida apelou à administração local que tapem os buracos caso não haja outra empresa para reto- mar as obras. E assim evitar mais tragédias. Vizinhança redobrou a vigilância Actualmente, todos os mora- dores estão vigilantes, como se viu nas últimas chuvas que se abateram sobre a cidade capital. Sempre que começa a chover, enquanto uns correm para o interior das residências, “os mais velhos ficam na rua, em frente das residências, para que nenhuma criança se aproxime da vala abandonada que vitimou mortalmente o pequeno Lutumba”.

Outra preocupação apresentada pelos moradores prende-se com o facto de a população estar a depositar o lixo na via pública, havendo alguns que colocam directamente na referida vala com o intuito de taparem os buracos. Infelizmente, os que vivem próximo da vala são os que sofrem, e reclamam do aumento de mosquitos, do cheiro nauseabundo, dos ratos e baratas. Muito antes de colocarem o asfalto, a 7ª Avenida, dizem os moradores, não registava obstáculo. Mesmo depois de cair uma chuva, a água era logo absorvida pela terra.

O quadro mudou para pior quando foi asfaltada a venida. As outras ruas ficaram intransitáveis e os moradores viram- se obrigados a socorrerem-se de entulhos para que as casas não inundassem. Mas não tiveram sem sucesso. Outra moradora da 7ª Avenida é Márcia Ventura, que também de- fende ser urgente a reparação da estrada para minimizar o seu estado de gradação principalmente quando chove. É um perigo, disse, para as crianças que brincam junto à vala, e o lixo que é depositado no local aumenta ainda mais a preocupação. “A vala representa perigo não apenas para os moradores da rua, mas para todo o cidadão que passa por ali, seja à pé ou com carro, tendo em conta que o buraco enche com água e não é possível distinguir aonde se está a passar.

Não podemos esperar que mais pessoas morram”, apela. Acrescenta que a população pensava que os trabalhos na via iriam terminar no mês de Agosto, mas infelizmente não aconteceu. Por isso, Márcia Ventura pede encarecidamente, que, caso não se retome a obra, então que tapem o buraco, sobretudo por causa das crianças que são o alvo mais fácil. Por outro lado, a 7ª Avenida também não tem iluminação pública. Por conta disso, os meliantes aproveitam-se da escuridão para perturbarem os moradores. Quem por ali passa no período da noite é uma potencial vítima.

O jornal OPAÍS contactou o responsável do gabinete de comunicação e imagem e imprensa da Administração do Cazenga, Divaldo Gomes, para abordar o assunto em questão, depois de a obra ter vitimado mortalmente o menor, mas não teve sucesso. Sobre a morte, o responsável disse que a administração já não se irá mais.

Dá o caso como encerrado e a família da vítima já foi indemnizada. A administração lamenta o sucedido e procura ao máximo tratar da melhor forma este tipo de matéria, e foi assim que procedeu, segundo Divaldo. Segundo ele, advogaram junto da família para que a empresa encarregada das obras se responsabilizas- se. “Este é um assunto que feriu sensibilidades de famílias e pode macular a nossa governação, pelo que, não há necessidade de se tocar mais nele. Nós, administração, já não vamos falar sobre este assunto”, disse.

Entretanto, Divaldo Gomes reconheceu que os meios de comunicação social são parceiros do Governo, mas pensa que esta matéria em particular está ultrapassada. Questiona- do se poderia então falar um pouco sobre o andamento da obra, disse que nos próximos dias, e por ser uma questão sensível, vão se pronunciar, uma vez que estão a rescindir o contrato com a empresa que ganhou o concurso público, para que seja promovida uma outra empresa. “O Governo Provincial de Luanda tem o domínio da situação, por enquanto não podemos falar do assunto, até termos a decisão desta matéria. Depois vamos notificar os órgãos de comunicação para falar como é que está este processo”, finalizou.

 

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