A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), maior partido da oposição em Angola, está a desenvolver uma série de seminários de formação metodológica dirigidos aos seus quadros. A acção formativa vai abranger todas as províncias do país, sendo que, depois da Huíla e do Cunene, o encerramento será realizado na província do Namibe.
Depois de ter começado na província de Cabinda, uma equipa liderada pelo secretário-geral da UNITA, Liberty Chiyaka, encontra-se na província da Huíla, para dar continuidade às acções de formação sobre harmonização funcional.
O secretário-geral da UNITA disse que a Huíla é a segunda maior praça eleitoral do país, depois de Luanda, razão pela qual foi escolhida, segundo explicou, como palco para o alcance da vitória nas eleições de 2027. Revelou que a Huíla é a 11.ª província onde se realiza a formação metodológica rumo às eleições de 2027.
“A Huíla está pronta para operar a mudança. A Huíla deverá liderar o movimento da mudança. Depois da vitória em Luanda, a maior expressão de vitória deverá ser feita na província da Huíla. Esta é a missão dos quadros do partido, esta é a missão da sociedade. Contem com o apoio incondicional da direcção do partido para concretizarmos estes desafios”, disse.
Por outro lado, o líder político destacou a realização das eleições gerais, aprazadas para Agosto de 2027, em Angola, para as quais exorta todos os militantes a trabalharem para a concretização dos objectivos preconizados, tendo no centro das atenções a realização do povo angolano.
“O professor não é do MPLA, também não vai ser da UNITA; o médico não é do MPLA, também não vai ser da UNITA; o jornalista não é do MPLA, também não vai ser jornalista da UNITA. O quadro angolano não é de um partido, é, acima de tudo, funcionário público. O empresário não é do MPLA, também não vai ser empresário da UNITA. Criar comités de especialidade é uma aberração. É preciso criar uma Angola de todos nós”, afirmou.
Por: João Katombela, na Huíla







