O MPLA decidiu comunicar à Procuradoria-Geral da República (PGR) factos que, segundo o partido, apresentam fortes indícios da prática do crime de falsificação de documentos pelo então précandidato à liderança da organização, Francisco Higino Lopes Carneiro. A decisão, tomada ontem, em Luanda, pelo Comité Central, foi acompanhada da manutenção da anulação da candidatura do militante e da instauração de um processo disciplinar
A deliberação consta do comunicado final da XI Reunião Ordinária do Comité Central do MPLA, realizada no Centro de Conferências de Belas, sob orientação do presidente do partido, João Lourenço. Em relação ao recurso hierárquico interposto por Higino Carneiro, membro do Comité Central, o órgão deliberou manter a decisão recorrida e declarar nula a sua candidatura.







