BFA AIMC BFA SB SB FIB BANCO BAI
Qui, 29 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

A utilidade das normas gramaticais no ensino de uma língua: Uma análise reflexiva a vertentes normativista e sociolinguística

Jornal OpaisPor Jornal Opais
1 de Novembro, 2024
Em Opinião
0
Tempo de Leitura: 3 mins de leitura

O conhecimento interiorizado que todo falante possui, desde os recursos gramaticais da língua à sua capacidade para compreendê-los e utilizá-los nas mais distintas situações comunicativas, é denominado de competência gramatical.

Do mesmo modo, a capacidade de produzir e depreender frases adequadas ao seu contexto, por parte do utente da língua, consoante a sua cultura e sociedade em que se encontra, denomina-se por competência comunicativa.

Para melhor situarmos a nossa abordagem inicial, Scrivener (2005:227) afirma que a gramática remete, de modo geral, para os padrões generalizados da língua e à nossa capacidade de construir novos sintagmas e frases por meio de combinações de palavras e de regras gramaticais.

Tendo em conta o conceito acima, a gramática está relacionada com os padrões, as formas da língua e com a nossa habilidade para produzir discursos de forma variada, partindo das componentes inerentes à língua.

Em contrapartida, devemos compreender que o ensino da gramática é muito mais do que explicar tão-somente regras/ normas morfossintácticas de uma determinada língua, opondo-se à ampla percepção normativista que se tem da mesma.

Além disso, devemo-nos ater aos seus aspectos discursivos e pragmáticos, na medida em que o papel desempenhado pela gramática, nas aulas de línguas, é mais abrangente e reflexivo, com realce ao conceito de competência no âmbito comunicativo.

De acordo com Gomes, Santos e Lima (2019:2), a gramatica normativa, por ser de carácter precritivo, velando-se da padronização de uma língua, tem sido alvo de inúmeras críticas por parte de linguistas que, interessados na descrição e explicação dos actos da fala, construídos nas situações de uso, criticam a gramática como um catálogo de regras para um escrito exemplar, na qual, tudo o que não é previsto é excluído como desvio.

Ao contrário dos autores supracitados, Vilela (1993:144) assevera que a gramática dá ao estudante a capacidade de poder agir linguisticamente, de comunicar, de analisar textos e suas normas, sensibilizando o aluno para a língua: como meio de vida e actuação.

Assim, o domínio das normas gramaticais leva ao desenvolvimento das habilidades linguísticas do aluno no contexto de comunicação, assim como na análise e produção de textos com relação às normas vigentes na língua.

O processo de ensino e aprendizagem das normas gramaticais tem, como objetivo, adquirir uma certa competência gramatical, com vista à sua utilização em situações adequadas e contextualizadas.

Do mesmo modo, Lamas (1991:66) faz menção de que o ensino da gramática visa, entretanto, ao aperfeiçoamento da utilização da língua, à sua melhor e mais fácil comunicação, a um conhecimento crescente e a uma mais harmoniosa inserção no mundo.

Por outro lado, Duarte (1997:70) sugere três tipos de objectivos para o ensino da gramática: 1- A necessidade de uma ferramenta gramatical como instrumento; 2- Objectivos relacionados com o desenvolvimento de valores; 3- E, por último, os objectivos gerais e específicos de natureza cognitiva. Segundo autora acima, os objectivos não são apenas linguísticos, pois o ensino da gramática visa ainda ao desenvolvimento de valores nos alunos, melhorando, não somente a sua autoconfiança linguística, também a tolerência cultural e linguística dos mesmos.

Ainda, contribuem no desenvolvimento das capacidades cognitivas, na medida em que este ensino deve, de igual modo, ser entendido como uma reflexão sobre a língua guiada pelo professor.

No entanto, urge reanalisarmos o ensino da língua, de modo a olharmos para os conceitos referentes ao estudo gramatical. Ademais, a língua de ser vista de uma maneira diferente, de maneira a sustentar o objectivo de aprimorar o desempenho do aluno, bem como desenvolver as suas valências nas modalidades orais, leitoras e escritas. Referências Bibliográficas DUARTE, I. (1997).

Ensinar Gramática: para quê e como? GOMES, E.N., SANTOS, D.L., e LIMA, F.R. (2019). O Ensino do Pleonasmo na Escola Básica: por uma abordagem reflexiva e interacionista no tratamento da figura de linguagem e do vício de linguagem em aulas de Língua Portuguesa.

Cadernos Cajuína. LAMAS, E. (1991). Problematizar o Ensino da Gramática. In AA.VV., Actas do 2.º Encontro nacional de Didácticas e Metodologias de ensino. Aveiro: Universidade de Aveiro. SCRIVENER, J. (2005). Learning Teaching.

Oxford: Macmillan Books for teachers. VILELA, Mário (1993). O Ensino da Gramática na Escola: que Saída e que Justificação?. Diacrítica. Professor Feliciano António de Castro (PROFAC).

 

Por: FELICIANO ANTÓNIO DE CASTRO

Relacionados - Artigos

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Está tudo SIMPLIFICADO!

29 de Outubro, 2026
O fim da “escola-fábrica”: por um contínuo pedagógico e inclusivo em Angola

O fim da “escola-fábrica”: por um contínuo pedagógico e inclusivo em Angola

28 de Outubro, 2026
Fotografia como ferramenta de construção identitária dos luandenses

Fotografia como ferramenta de construção identitária dos luandenses

28 de Outubro, 2026
É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Só lista negra não basta

28 de Outubro, 2026
É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Melão de ouro e outros contos

27 de Outubro, 2026
Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

26 de Outubro, 2026
Carregar Mais

Maís Populares

  • Mais de 50 mil enfermeiros estão inseridos no Sistema Nacional de Saúde

    Mais de 92 mil candidatos obtêm nota positiva no concurso público da Saúde

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweetar 0
  • GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweetar 0
  • Trade Business Corporation promove primeiro Fórum Anual do Empreendedorismo, Inovação e Desenvolvimento

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweetar 0
  • Especialistas defendem inclusão das comunidades na governação da água

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweetar 0
  • Jornal OPAÍS debate presente e futuro do jornalismo na era digital

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweetar 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Artigos

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Está tudo SIMPLIFICADO!

Por Dani Costa
29 de Outubro, 2026

...

O fim da “escola-fábrica”: por um contínuo pedagógico e inclusivo em Angola

O fim da “escola-fábrica”: por um contínuo pedagógico e inclusivo em Angola

Por Jornal OPaís
28 de Outubro, 2026

...

Fotografia como ferramenta de construção identitária dos luandenses

Fotografia como ferramenta de construção identitária dos luandenses

Por Jornal OPaís
28 de Outubro, 2026

...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Só lista negra não basta

Por Dani Costa
28 de Outubro, 2026

...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Melão de ouro e outros contos

Por Dani Costa
27 de Outubro, 2026

...

Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

Pontes que unem: o contributo da Ucrânia para a missão de manutenção da paz da ONU – uma história partilhada de compromisso com a paz e de solidariedade entre a Ucrânia e Angola

Por Jornal OPaís
26 de Outubro, 2026

...

Carregar Mais
Artigo Seguinte
Rússia tenta acordo  com Israel e Hamas para libertar reféns  capturados na Faixa  de Gaza

Rússia tenta acordo com Israel e Hamas para libertar reféns capturados na Faixa de Gaza

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Bem-vindo de Volta!

Entre para a sua conta abaixo

Esqueceu a Palavra-passe?

Recuperar palavra-passe

Por favor, insira o seu nome de utilizador ou endereço de correio-electrónico para reposição da sua palavra-passe.

Entrar
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.