Nossa Seguros BFA SB Expo_Huambo FIB BANCO BAI STANDARD-BANK
Seg, 5 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Operadoras de telefonia da Zâmbia e da Namíbia asseguram a comunicação no Rivungo

Stela Cambambapor Stela Cambamba
15 de Setembro, 2023
Em Manchete

As constantes falhas na comunicação da única operadora móvel que funciona no município do Rivungo, Unitel, tem levado a que muitos cidadãos desta região da província do Cuando Cubango optem em se comunicar usando terminais de operadoras dos países vizinhos, como a Zâmbia e a Namíbia. Os populares clamam por melhorias neste sector, assim como a instalação de pelo menos uma unidade bancária no município

Adquirir chips das operadoras pertencentes às repúblicas da Namíbia e Zâmbia, no Cuando Cubango, é uma prática que os angolanos residentes naquela província consideram mais económica, uma vez que a qualidade na rede móvel nacional, tanto de voz quanto de dados (internet) deixa a desejar.

Os cidadãos da sede do município do Rivungo são unânimes em dizer que a rede pertencente aos países vizinhos oferece melhor qualidade na comunicação e serviço de internet.

A maior parte da população usa a rede da Zâmbia (Liga-Liga), considerada como sendo a mais antiga em relação à rede da Unitel, para além de custar menos que os serviços prestados pela empresa nacional. Segue-se, na preferência de comunicação, a rede da Namíbia (MTC).

Apenas em terceiro lugar aparece a rede nacional.

Os preços dos cartões de telefone variam entre cinco a 100 kwachas zambiano, o equivalente a 250 e 500 kwanzas.

Para o funcionário público Mateus Malita, o município em questão é tido como o terceiro mais populoso da província, mas enfrenta problemas sociais como qualquer outro, com maior realce na comunicação, vias de acesso que interligam uma região a outra e a falta de agência bancária.

Malita apela os órgãos de direito que melhorem a comunicação e coloquem os serviços nas áreas onde não têm, sobretudo nas comunas de Luyana, Tchipundo e Neriquinha, onde os obstáculos são enormes.

“A vida não é fácil, por conta da falta de rede móvel que não existe. Gostaríamos de ter pelo menos uma das que existem no país, e pelo menos uma agência bancária, uma vez que, se alguém pretender enviar algum dinheiro, deve necessariamente usar a única loja que tem na região como local de levantamento”, contou.

Na loja, o levantamento é feito mediante descontos que os cidadãos acham muito altos, porque em cada 15 mil Kwanzas recebidos, cinco ficam na loja e apenas 10 são do beneficiário.

De Lubango para a Jamba veio António Chiloia, que também descreve como uma das principais dificuldades a falta de rede móvel na região, porque este facto tem criado constrangimento.

Quando precisa falar com um parente, a jovem precisa levantar às primeiras horas da manhã e dirigirse à loja onde utiliza o único aparelho que funciona: a rede Liga-Liga.

Às vezes, encontra uma fila enorme, porque todos dependem deste único telefone.

Enquanto isso, Laurinda Selita, outra munícipe, lamenta o facto de muitas vezes ficar cerca de três meses sem falar com o seu filho, que vive na capital da província, Menongue, tudo porque nem sempre tem dinheiro para comprar saldo da outra rede.

A ginástica para falar usando a rede do país vizinho Com quatro filhos e uma mulher para sustentar, Marcos Cassoma, 32 anos de idade, residente na comuna do Luyana, é um comerciante que muito tem sofrido com as falhas de rede.

Na comuna de Luyana, a rede móvel angolana não existe, praticamente, e usam apenas a rede da Namíbia (MTC) e Zâmbia (Liga Liga), esta última com muita dificuldade, isto porque vezes há que fica sem sinal telefónico durante dois meses ou o proprietário da loja não tem saldo. Utilizar o Liga-Liga não é confortável por conta da fila enorme que se regista no local.

Este facto não deixa à vontade quem pretende usar o telemóvel. “Não temos privacidade, não conseguimos avançar nenhuma informação sigilosa. Grande parte da população tem telemóvel, mas na Jamba serve apenas para jogar e ouvir músicas”, lamentou Marcos Cassoma.

Por outra, quando não se consegue fazer chamada a partir do Liga-Liga da comuna, o interessado deve ir até à margem do rio Cuango e utilizar a rede da Zâmbia. “Nós estamos privados de qualquer tipo de comunicação, incluindo a rádio.

Se alguém estiver a ouvir este meio de comunicação é porque está a utilizar as dos países vizinhos”, sublinhou.

Actualmente, a maior necessidade é a de instalação de rede móvel nacional e estradas, pois por falta destes bens a população tem recorrido aos países vizinhos. “Nós, quando registamos algum problema de saúde, recorremos à Namíbia.

Os outros que estão na margem do rio Cuando vão à Zâmbia. Por isso, agradecemos estes países que nos têm recebido bem quando batemos a porta por questões de saúde”, agradeceu Marcos.

A falta de estrada torna mais cara quando alguém quer se deslocar ao município de Menongue para acudir um problema de saúde.

Da mesma forma que fica caro pagar o transporte até à Namíbia, que custa 20 mil kwanzas e a entrada no hospital 200 rands, mas neste segundo caso fica mais próximo.

Com a depreciação do dinheiro angolano, a situação piorou.

Anteriormente trocavam 30 rands por mil kwanzas, mas agora são 20 rands por mil. “Ao levar o doente para Namíbia deves estar preparado financeiramente.

Por exemplo, para dar entrada no hospital deve-se pagar 200 rands, o equivalente a 10 mil kwanzas.

Se o doente chegar a internar, ao sair paga 600 rands. O doente só não paga mais nada caso houver necessidade de ser transferido para a capital do país”, explicou.

 

 

Recomendado Para Si

“Angola Chama Por Ti” mobiliza 4.899 cidadãos para actualização do registo eleitoral em Luanda

por João Feliciano
5 de Outubro, 2026

A acção, coordena- da pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), com o apoio do Ministério...

João Lourenço defende maior financiamento para reforçar capacidade da Agência da União Africana

por Domingos Bento
4 de Outubro, 2026

O Presidente da República, João Lourenço, co-presidiu, este sábado, 3 de Outubro, na cidade de El Alamein, no norte do...

Aulas no ensino geral retomam hoje em todo o país

por Bernardo Pires
28 de Setembro, 2026

O SINPROF levantou a greve dos professores após ter chegado a um acordo com Governo sobre os pontos que constituíam...

Angolanos ‘arriscam’ vida em obras para sobreviver em Portugal

por Jornal OPaís
25 de Setembro, 2026

José era professor de inglês em Angola, depois de viver vários anos na Zâmbia. Maurício foi secretário de uma escola...

Carregar Mais

Edições Digitais

Mais Populares

    Siga OPAÍS no WhatsApp

    Recomendado Para Si

    Manchete

    “Angola Chama Por Ti” mobiliza 4.899 cidadãos para actualização do registo eleitoral em Luanda

    por João Feliciano
    5 de Outubro, 2026

    A acção, coordena- da pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), com o apoio do Ministério...

    Ler maisDetails
    Manchete

    João Lourenço defende maior financiamento para reforçar capacidade da Agência da União Africana

    por Domingos Bento
    4 de Outubro, 2026

    O Presidente da República, João Lourenço, co-presidiu, este sábado, 3 de Outubro, na cidade de El Alamein, no norte do...

    Ler maisDetails
    Manchete

    Aulas no ensino geral retomam hoje em todo o país

    por Bernardo Pires
    28 de Setembro, 2026

    O SINPROF levantou a greve dos professores após ter chegado a um acordo com Governo sobre os pontos que constituíam...

    Ler maisDetails
    Manchete

    Angolanos ‘arriscam’ vida em obras para sobreviver em Portugal

    por Jornal OPaís
    25 de Setembro, 2026

    José era professor de inglês em Angola, depois de viver vários anos na Zâmbia. Maurício foi secretário de uma escola...

    Ler maisDetails
    Carregar Mais
    Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

    Para Sí

    • Radio Maís
    • Media Nova
    • Negócios Em Exame
    • Chiola
    • Agência Media Nova
    • Contacto

    Categorias

    • Política
    • Economia
    • Sociedade
    • Cultura
    • Desporto
    • Mundo
    • Publicações
    • Vídeos

    Condições

    • Política de Privacidade
    • Política de Cookies
    • Termos & Condições

    @ Grupo Media Nova | Socijornal

    Sem Resultados
    Ver Todos Resultados
    • Política
    • Economia
    • Sociedade
    • Cultura
    • Mundo
    • Desporto
    • Mais
      • Publicações
      • Opinião
      • Entrevista
      • Editorial
      • Vídeos
      • Saúde
      • África
      • Ciência e Tecnologia
      • Cronica de Dani Costa
      • Justiça
      • Reportagem

    © 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

    Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.