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Cabinda regista mais de 50 casos de infectados e tende a crescer

Jornal Opais por Jornal Opais
15 de Março, 2024
Em Manchete

O Hospital Provincial de Cabinda já atendeu, este mês, mais de 50 casos de cidadãos afectados com conjuntivite, uma enfermidade que assola actualmente o nosso país. Cabinda e Cacongo são os municípios afectados, enquanto Buco-Zau e Belize ainda não registaram qualquer caso, mas as autoridades alertam que a tendência dos casos é aumentar

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O responsável do departamento de Saúde Pública em Cabinda, Gabriel Nionge Zau, em entrevista ao jornal OPAIS, confirmou o registo de vários casos de conjuntivite hemorrágica, devido a movimentação frequente de cidadãos idos de Luanda para a província de Cabinda. “No princípio deste mês fomos notificados sobre o surgimento do surto de conjuntivite hemorrágica a nível do país e, atendendo ao êxodo da população com entrada e saída, infelizmente, a doença acabou por propagar-se e já temos casos registados no nosso seio”, frisou.

Segundo Gabriel Nionge Zau, a tendência dos casos é aumentar, o que está a levar as autoridades sanitárias a apelar à população no sentido de observarem as medi- das de prevenção, sobretudo a lavagem frequente das mãos com água corrente e sabão. A conjuntivite, segundo explicou a fonte, é uma inflamação da conjuntiva da mucosa que cobre a parte do olho que pode ser manifestada de forma traumática ou infecciosa. A manifestação infeciosa está relacionada à causa bactriana e viral.

“A conjuntivite que afecta este momento o país é de causa viral, que é de fácil propagação e de fácil disseminação, tendo em conta o grau de contagiosidade que essa doença provoca no seio da população, quando não são acatadas as medidas de prevenção”, detalhou. Como principais medidas de prevenção, o responsável do departamento de Saúde Pública em Cabinda destacou a higiene com a la- vagem constante das mãos, evitar o contacto directo com pessoas infectadas, pelo facto de a conjuntivite ser uma doença de contacto directo. Gabriel Nionge Zau desvalorizou o mito, segundo o qual, o simples olhar a uma pessoa infecta- da por conjuntivite pode contaminar a pessoa sã.

“Isto é falso, por- que a única forma de contágio da doença é o contacto físico e directo com a pessoa infectada, ou através da ramela deixada em objectos por uma pessoa infectada pode conta- minar outra pessoa”. As crianças, de acordo com o nosso entrevistado, são as mais afectadas pela doença por ser uma camada muito sensível e, por esse facto, defendeu que as crianças que frequentam as creches quando estão infectadas com conjuntivite devem ficar em casa até à cura da sua enfermidade e não frequentar essas instituições, porque facilmente poderão contaminar outras crianças.

Aconselhou, igualmente, que pessoas com conjuntivite não devem fazer uso das piscinas, porque podem contaminar outras pessoas que frequentarem aquele espaço, assim como é recomendável a lavagem frequente das mãos com água corrente e sabão, e não em recipientes com água parada, o que pode servir de meio de transmissão da doença. “São algumas medidas muito importantes que estamos a chamar a atenção das populações, como também evitar a automedicação, comprando medicamentos na rua para tomar”.

Tratamento médico

A conjuntivite, ressaltou Gabriel Nionge Zau, é uma doença autolimitada e tem uma cura num curto espaço de tempo, tornando-se importante manter a higiene, já que ela pode causar efeitos sintomáticos adicionais como febre que pode passar com o uso de fármacos como dipirona e, nalguns casos, pode necessitar de antibióticos, mas apenas com uma prescrição médica. Qualquer sintoma da doença, apelou, os cidadãos devem procurar os serviços de saúde mais próximos, onde poderá receber uma assistência médica adequada e obter uma receita prescrita por um médico para comprar os medicamentos apropriados para combater a enfermidade.

“Evitem colocar nas vistas produtos naturais, ou seja, medicamentos tradicionais embora reconhecemos o seu valor terapêutico mas quando não é usado de forma adequada isto pode provocar uma toxicidade e que pode causar outras consequências como a cegueira”, disse.

POR: Alberto Coelho, Cabinda

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