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Pólos turísticos “adormecidos” podem gerar milhões em divisas

Futungo de Belas, Kalandula, Cabo Ledo e M’banza Congo, como Patrimónios Culturais, foram definidos em 2011 para, num período de 10 anos, serem pontos de atracção turística, transformandose em “petróleo verde” para a diversificação económica do país. O Plano Director do Turismo tinha a meta ambiciosa de criar um milhão de postos de trabalho e a arrecadação de uma receita de cerca de 4,7 biliões de dólares americanos. Entretanto, os ganhos passariam por um investimento, particularmente em estradas, electrificação e abastecimento de água nos Pólos

Milton Manaca por Milton Manaca
5 de Abril, 2024
Em Economia

Os quatro projectos citados serviriam para alavancar o turismo nacional, pois o governo chamou a si, por via da intervenção de mais de 10 Ministérios, a materialização de várias condições, sendo as mais importantes, o desenvolvimento de serviços de infra-estruturas de transporte rodoviário, ferroviário, marítimo e aéreo.

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Os Pólos de Desenvolvimento seriam também materializados com recurso ao abastecimento de água, energia, assim como o ordenamento do território nas zonas de interesse turístico. A criação dessas e outras condições são reforçadas no Plano Nacional de Fomento ao Turismo (PLANATUR 2024-2027) lançado, recentemente, pelo Ministério da Cultura e Turismo.

À excepção do Pólo de Cabo Ledo, que ganhou vida com a inauguração das primeiras infra-estruturas sociais (ver caixa), na prática, volvidos cerca de 13 anos, a maioria dos planos gizados na Agenda para o Desenvolvimento do Turismo em Angola (2011- 2020) não foram concretizados, como se pode ver abaixo:

4,6 milhões de turistas

O Plano Director do Turismo previa a necessidade de ser feito um investimento no sector como forma de atrair investidores, aumentar as receitas, criar postos de trabalho e especializar quadros angolanos. Um milhão de postos de trabalho é o que o documento p rspectivava, com uma receita de cerca de 4,7 biliões de dólares americanos, e deste modo, aumentar o peso do sector no Produto Interno Bruto (PIB).

Em 2023, de acordo com projecções do Instituto Nacional de Fomento Turistíco (INFOTUR), havia a previsão de entrada de 200 mil turistas em Angola. Entretanto, o Plano previa que o número de turistas chegaria, até 2020, aos 4,6 milhões nacionais e internacionais para, desta forma, concretizar os objectivos definidos.

Tornar o turismo no “petróleo verde” do país era a grande aposta para a diversificação da economia nacional e integrar Angola na rota internacional do turismo. Esta estratégia passaria também pela adequação do Pacote Legislativo, a criação de um Fundo de Desenvolvimento Turístico e a implementação dos Pólos de Desenvolvimento.

“Turismo contribui para a economia se forem feitos investimentos”

Doutorado em Turismo, o professor Bumba de Castro caracteriza o actual estado dos Pólos Turísticos como estando em “estado de deterioração ou em retrocesso” pela falta de investimentos em vias de comunicação, redes técnicas, energia e águas que permitiria o investimento do sector privado, com a segurança de retorno do seu capital.

Bumba de Castro sublinha que a actividade turística acrescenta valor à economia se forem feitos investimentos públicos e privados, permitindo que os recursos turísticos sejam trabalhados em termos de acessibilidade e transporte para, posteriormente, serem convertidos em atractivos e, aos poucos, darem retorno do investimento, aspectos que o Plano Director do Turismo 2011-2020 previa.

Enquanto isso, Bumba de Castro entende que os Pólos continuarão a ser monstros adormecidos e o turismo continuará estagnado, pois não evoluíram para produtos turísticos, uma combinação e interligação entre os serviços hoteleiros e serviços complementares para a atracção das pessoas.

“O que nós apresentamos são recursos em estado bruto cultural ou natural e nem sequer transformamos em atractivos e muito menos em produtos turísticos. Nestas condições torna-se difícil apresentar como algo vendável aos turistas”, explicou.

Miradouro da Lua: ponto turístico mais visitado no país

Em Setembro de 2021, o Miradouro da Lua ganhou as primeiras infra-estruturas sociais, com destaque para um Posto de Informação Turística, balneários, parque de estacionamento e um observatório equipado com binóculos. Essas infra-estruturas foram construídas com objectivo de incentivar a pesquisa de aspectos histórico e cultural do local e acomodar os praticantes de turismo paisagístico.

Segundo informações do Instituto Nacional de Fomento Turístico de Angola (INFOTUR), o ponto turístico do Miradouro da Lua é o local mais visitado por excursionistas em todo o país. Em média, o Miradouro da Lua recebe cerca de cinco mil visitantes por mês, sendo que, de 2022 a 2023, recebeu perto de 40 mil visitantes. Em Dezembro de 2023, o governo anunciou o investimento de 1,5 milhões de dólares num ‘slide’ no Miradouro da Lua para ter mais turismo.

O investimento foi tornado público através do despacho presidencial n.º 293/23 de 13 de Dezembro. O montante de 1,5 milhões de dólares destina-se para aquisição de equipamentos de lazer, no âmbito da requalificação do Miradouro, visando tornar este espaço turístico num produto de excelência, com a instalação de equipamentos de lazer Zip-Line (Tirolesa), conhecido como “slide”.

O montante global das despesas visa a aquisição de equipamentos de lazer, incluindo os custos dos meios e equipamentos de apoio e taxas de serviços de consultoria para a operacionalização do equipamento, segundo o despacho presidencial. O Miradouro da Lua, localizado na região do Cabo Ledo, sul de Luanda, é um acidente geográfico causado por milhões de anos de transformações geológicas, e um dos principais postais de Angola.

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