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Vocalista do grupo Vaketu justifica ausência nos palcos da capital

A falta de convites de destaque para a sua participação nos diferentes eventos culturais, na cidade de Luanda, associada à pouca atenção dos agentes e promotores da música folclórica, são apontados como factores para o seu distanciamento

Augusto Nunes por Augusto Nunes
25 de Junho, 2024
Em Cultura, Em Cartaz

O vocalista e director artístico do grupo folclórico Vaketu, da província da Huíla, Moisés Kantangui, afirmou ao OPAÍS que a referida formação continua intacta e a trabalhar para as novas composições musicais, não obstante algumas restrições em termos de convites para espectáculos na capital do país, onde residem.

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O músico, que reagia assim a informações que faziam menção à ausência do grupo dos principais palcos de Luanda e não só, desdramatizou a situação, assegurando que a formação nunca parou as actividades e está a trabalhar para o gáudio dos fãs e do público apreciador da música folclórica com uma nova proposta.

O disco, cuja gravação das primeiras músicas iniciaram em 2017, em Luanda, contemplará algumas surpresas em termos de estilos tipicamente tradicionais.

O músico tranquilizou os fãs, garantindo que o grupo Vaketu está no vibrador e muito bem representado para os próximos eventos.

Porém, admite que a realidade que o tempo se impôs actualmente não permitiu que o grupo estivesse a outro nível, mas, ainda assim, há esperança.

“Esta é a realidade que o tempo nos impõe e somos obrigados a cumprir. Mas, apesar de tudo, estamos a trabalhar’’, disse Kantangui, acrescentando que, pela sua creditação, o grupo deveria estar mais activo em relação a Luanda, onde vivem os seus integrantes.

Só não tem tido convites de destaque para manter o seu perfil. Moisés Kantangui realçou que o grupo Vaketu continua a limar as últimas arestas, de modo a fazer chegar aos fãs, em particular, e ao público, em geral, um novo trabalho discográfico, que, por sinal, já tem algumas músicas em promoção em estações radiofónicas de Luanda, no interior, assim como noutras plataformas digitais. “Estamos a trabalhar fortemente e com apresso aos nossos fãs, não paramos.

Tanto é que ainda continuamos a explorar o primeiro disco, cujos temas continuam a fazer muito sucesso”, sublinhou.

O músico salientou igualmente que o grupo foi gravando, nos últimos anos, uma ou outra música, para justificar a sua presença no mercado fonográfico, não obstante algumas limitações. “O Vaketu continua em forma, pese embora não seja naquele patamar desejado. A sua música é bastante conhecida e dançada por gente de várias idades.

O grupo revolou-se no ano 2000, com vários sucessos, entre os quais “Kanunga”, em Nyaneka Humbe, Anel em português, um tema que dá o título ao álbum.

Moisés Kantangui recordou igualmente que, para preservar a sua marca, o grupo Vaketu tem seguido os padrões musicais por acreditar no futuro e no que tem estado a fazer.

Por essa razão, acrescentou, não há motivos para tanto alarme. “Nós seguimos de acordo com as normas profissionais, uma vez que existem, na maior parte dos casos, obras que são apenas conhecidas a título póstumo”, salientou.

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