O Executivo vai adoptar um critério de selectividade estrita na execução do Orçamento Geral do Estado para o próximo ano, com vista a aliviar a pressão sobre o custo de vida das famílias de baixo rendimento, consta do relatório de fundamentação da lei que o aprova.
Conforme o documento a que o jornal OPAÍS teve acesso, o vector social permanece no centro da estratégia governativa, operando sob uma dupla restrição macroeconómica: a persistência da pressão sobre o custo de vida das famílias de baixos rendimentos, apesar da desaceleração da inflação, e a elevada rigidez orçamental imposta pelo serviço da dívida.








