A economia não petrolífera registou um crescimento médio de 5,2% nos últimos dois anos, impulsionada pela dinâmica dos diferentes sectores produtivos, afirmou o Presidente da República, João Lourenço, durante o discurso sobre o Estado da Nação.
Segundo o Chefe de Estado, entre 2022 e 2025, o desempenho da economia angolana foi influenciado pelo comportamento do sector do petróleo e gás, devido ao seu peso na estrutura económica do país e nas contas fiscais e externas.
João Lourenço explicou que o crescimento reduzido deste sector esteve essencialmente relacionado com a maturidade dos campos petrolíferos, os problemas operacionais recorrentes e a redução dos níveis de investimento.
Apesar destes constrangimentos, o sector tem implementado acções destinadas a assegurar um volume de produção superior a um milhão de barris de petróleo por dia.
No domínio das finanças públicas, o Presidente da República afirmou que o rácio da dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) baixou de 115,9%, em 2020, para 51,2%, em 2026, situando-se dentro dos limites legais.







