O combate aos efeitos da seca no Sul de Angola vai sendo uma realidade. Com base num programa orçado em 4,2 mil milhões de dólares, a fome e a pobreza têm dias contados. O projecto está parcialmente executado.
Prevê a construção de albufeiras para armazenar milhões de metros cúbicos de água do rio Cunene para canais que vão abastecer a província da Huíla e do Namibe. Com estas infra-estruturas, a agricultura vai crescer e desenvolver-se.
Outros sectores como a pecuária e a agro indústria terão “uma palavra a dizer” nos próximos tempos. A cooperação com organizações alimentares define prioridades que visam alcançar resultados positivos, sobretudo em zonas e centros de produção para novos mercados. Nesta ordem, os corredores económicos vão facilitar a actividade comercial e a circulação de pessoas e bens.
O Corredor do Lobito terá esta função. Oportunidades de investimento vão aquecer a economia local e regional. No Fórum Mundial da Alimentação 2026, em Roma, Itália, promovido pela Organização das Nações Unidas, o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, alertou que “fenómenos como a seca e as inundações exigem medidas de adaptação e o recurso a tecnologias, técnicas e conhecimentos científicos capazes de reforçar a resiliência dos sistemas alimentares globais”.







