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Filho de Nambuangongo: “Sem desprimor ao que já fiz, a melhor música que toquei como instrumentista é o hino dos Palancas Negras”

Jornal OPaíspor Jornal OPaís
7 de Agosto, 2026
Em Entrevista
Filho de Nambuangongo: “Sem desprimor ao que já fiz, a melhor música que toquei como instrumentista é o hino dos Palancas Negras”

Filho de Nambuangongo, província do Bengo, entrou para o mundo da música por influência do seu irmão mais velho, que era bolseiro angolano na Roménia, tocando guitarra nos tempos livres. Marcelino Domingos Neto, mais conhecido por Chico Madne, iniciais do seu nome, disse ao jornal OPAÍS que, antes de conhecer um estúdio, no bom sentido, ‘deu cabo das panelas, tampas e dos pratos de casa’ para aprender a dominar a bateria musical. Mas foi a partir da TPA, no Programa Futuro da Nação, hoje Carrossel, onde era instrumentista, que chegou à Rádio Nacional de Angola, substituindo, na altura, Eduardo Paim. O músico, compositor e instrumentista passou também pelo grupo SOS, criado por Eduardo Paim, Bruno Lara e Levi Marcelino

Entra para o mundo da música por influência do seu irmão mais velho. Foi difícil no início? Obrigado pela oportunidade.

Quero esclarecer algo: o meu nome artístico é Chico Madne, porém o meu nome de registo é Marcelino Domingos Neto.

MADNE são as iniciais do meu nome.

Realmente, o meu “bichinho” pela música começou por influência do meu irmão mais velho, que se chama Belfino da Graça Marcelino (Billy).

Ele era bolseiro de Angola na Roménia e, quando vinha de férias, trazia a guitarra. Por curiosidade, peguei nela, mas, assim que regressou, deixou a guitarra.

No entanto, empiricamente aprendi a tocá-la e aí começou o Chico, e não o Madne. O tempo foi passando e criámos o grupo SOS.

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