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José Luís Mendonça exalta a poesia contemporânea em nova obra literária

Jornal OPaís por Jornal OPaís
12 de Maio, 2026
Em Cultura, Em Cartaz
FOTO DE DANIEL MIGUEL

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O escritor angolano José Luís Mendonça lançou, recentemente, em Luanda, a obra literária “30 Odes – Pouco ou Nada Ortodoxas”, um livro que reúne poemas escritos de um jeito fora do comum, em que os detalhes da vida aparentemente desinteressantes tornam-se o epicentro mais importante da linguagem poética

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Com cerca de 63 páginas, a obra é uma exaltação à poesia contemporânea na medida em que o autor procura expressar com eloquência a grandeza das coisas mais insignificantes da vida e lhes atribui uma importância indispensável na linguagem poética.

Ao falar a este jornal, durante a venda e sessão de autógrafo, no Centro Cultural Camões, em Luanda, José Luís Mendonça disse que o seu livro se diferencia na poesia comum ou tradicional pelo facto de apresentar uma linguagem mais meticulosa e destacar coisas que a mente humana considera insignificantes.

“Geralmente toda a poesia começa com a canção, mesmo a poesia tradicional começou como uma canção, e evoluiu depois para a escrita, e, nesta minha obra, recorro a este estilo peculiar da poesia, exalto coisas que para outra pessoa podem parecer insignificantes, mas que, para mim, têm muito senti do e uma relevante importância”, explicou o autor.

A “ode”, salienta o autor, é uma composição que nasceu na Grécia antiga, há quase 3 mil anos, antes da nossa era. “Ela tem a característica de exaltar uma coisa simples ou insignificante da vida, mas dando-lhe uma abordagem esbelta, uma exaltação geralmente dada aos deuses”.

Quanto à escolha do título da obra, José Luís Mendonça justifica que 30 se refere ao número de poemas que compõem o livro, já o “odes” tem a ver com o estilo de escrita poética que decidiu adoptar na obra e que remete a uma exaltação à poesia contemporânea no seu estado mais genuíno.

Questionado sobre o que o inspirou a escrever uma obra com estas características fora do habitu al, o autor referiu que a intenção é de recuperar as técnicas antigas e genuínas de fazer poesia.

José Mendonça considera estar a viver um estado de “xinguila mento poético” (êxtase) que o leva a sair do comum e repensar a poesia no seu sentido lacto.

“Esta é uma obra que exalta as coisas mais simples da vida e exalta o meu sentimento em relação a estas coisas. É uma série de exercícios de escrita poética, o que faço neste livro, mas tem um pendor muito presente de filosofia”, observou.

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