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TEATRO EM ANGOLA: Actual modelo de gestão e acesso às salas de espectáculos limita sobrevivência dos grupos

Jornal OPaís por Jornal OPaís
27 de Março, 2026
Em Cultura, Em Cartaz

O teatro angolano está a atravessar um período de resistência e busca por legitimidade. Em bora a classe esteja organizada através da Associação Angolana de Teatro (ATL) e possua um volume expressivo de praticantes, a falta de infra-estruturas próprias, de uma rede de ensino nacional e de mecanismos de financiamento transparentes impede que a arte se torne uma profissão sustentável e um motor pleno de desenvolvimento social

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Ao assinalaram a efeméride, Dia Mundial do Teatro, 27 de Março, os grupos teatrais referem que os espaços construídos no período colo nial foram privatizados ou convertidos em igrejas e armazéns, deixando o teatro sem salas ade quadas.

Actualmente, o teatro sobrevive de forma resiliente em quintais, bares, igrejas e escolas improvisadas, enfrentando a per da de espaços históricos como o do grupo Horizonte Njinga Mbande.

Mas, o principal entrave para os grupos de teatro actualmente é o modelo de acesso às salas, baseado no pré-pagamento de taxas elevadas, empurrando os grupos para espaços improvisados, como restaurantes, igrejas e salas de au la, o que dispersa o público e reduz o facturamento.

Da “tripa coração”, vão submetendo-se a esses procedimentos, entretendo o público, passando por diversas dificuldades, de modo a manter viva a arte.

A ausência de figuras governamentais em estreias de teatro (excepto em eventos protocolares) é visível, revelando um distanciamento da realidade do sector, uma vez que o apoio à cultura deve manifestar se na valorização do bilhete pago e no respeito pelos contratos de aluguer de salas.

Para que a cultura em Angola prospere, segundo os grupos teatrais, o Estado deve libertar o controlo directo sobre os espaços, confiar na competência dos profissionais liberais e garantir que as infra-estruturas sirvam o público e a arte, e não agendas políticas momentâneas.

Para minimizar as despesas com a realização de sessões, propõem a substituição do aluguer fixo por um modelo de co-produção, onde a bilheteira seja repartida entre os centros culturais e os grupos teatrais.

Os mesmos advogam que a cultura deve ser vista como um espaço político para a construção da “Angolanidade”, superando a visão de mero lazer. Quanto podemos saber dos actores, os moldes de sobrevivência dos grupos teatrais ao nível do território nacional não se diferem, situação que é reforçada a cada dia por gestos de união e solidariedade entre membros das distintas colectividades teatrais do país.

Leia mais em…

Por: Augusto Nunes

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