Nossa Seguros BFA SB FIB BANCO BAI
Dom, 11 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Num altar de lágrima – homilia à noite

Jornal Opaispor Jornal Opais
5 de Julho, 2024
Em Opinião

A CATEDRAL DOS DISCURSOS PARVOS é a boca de poetas bêbados. O escritor é um vendedor de passados, navegador de presentes e anunciador de apocalipses atingíveis.

Sob distração, todo o artista é um político medíocre, ambicioso piano a tocar as letras da mentira, guitarra desafinada e uma letra musical confusa, na pirâmide da clareza humana.

Uma noite aberta é oficina criativa, um silêncio tumular é arma de filósofos e uma inclinação ao beijo cinzento é a nostalgia de céus e a inalação de gotículas sádicas.

Dir-nos-ia um poeta de caneta fina e eloquente que conjugamos predicados confusos, nesta areia mórbida, que enterramos defuntos vivos, porque há astronautas que fabricam e/ ou matam os nossos sonhos, todos os dias. E há um calor fúnebre acima do nosso nariz, à tarde, quando a vida nos cospe desprezo no rosto.

À meia noite, como agora, só visitamos fantasias e o zênite é um túnel, os loucos são inúteis, depois da azáfama que consome a rotina dos desejos conspícuos.

Sentimos que há mares em fortes tumultos, que os dias correm em uma velocidade agreste, que a existência tem a capacidade de lançar chutes às nossas bundas tortas e aos nossos cérebros curvados à verdade.

O medo e a fome desfilam nas ruas da celebração, porque os bichos não revoluciona(ra)m a sua conduta. Provavelmente, nem eu mesmo entenda o que estas letras derivam, quando soltar a minha caneta.

Mas, lá no âmago das coisas, todo o escritor é um sujeito um pouco à frente do tempo, um regulador que não transita em vão o asfalto tenebroso.

Ao fim e ao princípio, o verbo sempre foi uma arte, quando bem conjugado, e o sujeito composto, aqui, é uma oração que proporciona êxitos.

Animal algum viverá isolado do mundo. A caridade perdeu-se nos escombros discursivos. Aos homens, o artista é um ser pedido nas figuras rupestres, nas montanhas assombrosas, nos sonhos fantasmagóricos, na sombra das árvores caducas, nos lábios de uma virgem casada, nas cinzas de um destino interrompido por um deus – metade homem, metade água.

Aos loucos, o ser comum é uma perdição divina, porque a comédia é um analgésico à dor faminta, enquanto os vidros fumam a nossa desgraça, no prolongado que não conjuga os modos com que se impera o sentido de fome.

Ouçam, meus irmãos, o que uma noite pode desenhar, para a construção do homem, se os pilares do desejo estiverem cônscios do ventre germinador!

 

Por: salvador Ximbulikha

Publicidade

Maís Populares

  • Huambo acolhe acto central das comemorações do 35° aniversário das FAA

    Huambo acolhe acto central das comemorações do 35° aniversário das FAA

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Carteira digital do PayPay processa 2,35 milhões de transferências em Setembro

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Unitel Estrelas ao Palco inicia este sábado a fase das eliminatórias

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Empreendedora angolana cria plataforma para venda de produtos africanos em Portugal

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Cine Teatro Nacional reabre as portas esta Quinta-feira

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Publicações

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

9 de Outubro, 2026
A Competência não basta

O trabalho que não fazemos

9 de Outubro, 2026
A linguagem universal do futebol

O desporto não pode perder a humanidade

9 de Outubro, 2026
As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

9 de Outubro, 2026
O que fica quando o último apito soa?

O que fica quando o último apito soa?

9 de Outubro, 2026
Carregar Mais

Relacionados - Publicações

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

9 de Outubro, 2026
A Competência não basta

O trabalho que não fazemos

9 de Outubro, 2026
A linguagem universal do futebol

O desporto não pode perder a humanidade

9 de Outubro, 2026
As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

9 de Outubro, 2026
O que fica quando o último apito soa?

O que fica quando o último apito soa?

9 de Outubro, 2026
Carregar Mais
Artigo Seguinte
desinflação: custos e benefícios

desinflação: custos e benefícios

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.