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Saúde projecta abertura de novos hospitais gerais

Stela Cambamba por Stela Cambamba
17 de Outubro, 2023
Em Sem Categoria

Na mensagem que passou à Nação, João Lourenço não deixou de frisar os ganhos no sector da saúde, que tem neste momento um total de 3.325 unidades de saúde. Fora isso, nos próximos anos, segundo o Presidente da República, serão inauguradas mais unidades neste sector, com destaque para os hospitais gerais

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O problemas de saúde constituem uma das principais preocupações de muitos cidadãos angolanos, que clamam cada vez mais por mais condições, mais médicos e enfermeiros, pois existem zonas em que os cuidados primários de saúde estão distantes de serem concretizados. Sobre este importante sector do país, o Presidente da República realçou que o acesso aos cuida- dos primários de saúde triplicou, tendo passado de 25% para 70%, resultado dos investimentos feitos nas infra-estruturas dos três níveis do Serviço Nacional de Saúde.

Aquele valor percentual é sustentado por João Lourenço com o facto de terem sido construídas, ampliadas, reabilitadas e apetrechadas com novos equipamentos 163 novas unidades sanitárias, 155 das quais para o primeiro nível de atenção, durante o período de 2017 a 2022. “A mortalidade de crianças menores de cinco anos baixou de 167 para 75 por mil nascidos vivos. O Serviço Nacional de Saúde conta hoje com 13 hospitais centrais e de especialidade, seis Institutos, 23 Hospitais Gerais e Provinciais, 172 Hospitais Municipais, 800 centros de saúde e 2.311 postos de saúde, perfazendo 3.325 unidades”, disse.

Não obstante a estes números conseguidos alcançar no sector da saúde, uma “febre” de Hospitais Gerais se vai instalar neste sector, nos próximos tempos, uma vez que o Presidente da República avançou que, para o próximo mês, será inaugurado o Hospital Geral de Caxito e, para o próximo ano, têm a perspectiva de inaugurar outros hospitais noutras províncias.

Consta da lista também o Hospital Geral do Sumbe, o Hospital Geral de Ondjiva, o Hospital Geral de Ndalatando, o Hospital Geral de Viana, o Hospital Geral de Cacuaco, o Hospital Geral Pedalé (em Luanda), os Hospitais Gerais da Catumbela, do Bailundo, do Dundo, de Malanje, o novo Hospital Militar Principal, o Hospital Municipal do Luau e concluído o Hospital Geral de Mbanza Kongo.

Ao nível local, no âmbito do PIIM, estão em construção 163 unidades sanitárias que vão aumentar a cobertura nos níveis de proximidade, segundo João Lourenço. Na última legislatura, ingressaram para o serviço público de saúde 41.093 novos profissionais, de entre médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica, técnicos de apoio hospitalar e técnicos do regime geral. “Até 2027, prevemos admitir cerca de 10.800 médicos e 78.500 enfermeiros para integrarem as unidades sanitárias em construção e a construir”, prometeu.

Praticamente todos os médicos formados no país e no exterior foram enquadrados e cerca de 80% dos funcionários foram colocados nos municípios e promovi- dos 53.461 funcionários do sector da saúde, de acordo com o PR. “Estamos empenhados em reforçar a aposta na municipalização dos cuidados de saúde primários, cujos resultados revelam ter sido encorajadores. O volume de consultas a este nível aumentou 71%, reflectindo-se na melhoria dos principais indicadores de saúde materno-infantil”, disse.

Com os cuidados primários de saúde, através da campanha “Nascer livre para brilhar”, está a aumentar o acesso de mulheres grávidas ao diagnóstico de VIH nas consultas de pré-natal e o aumento do tratamento para as positivas, resultan- do num aumento da cobertura e na redução da transmissão do VIH de mãe para filho de 28% para 15%. A malária continua a ser a doença mais notificada no país, verificando-se, entretanto, uma redução da taxa de letalidade de 0,31 para 0,17 entre 2017 e 2022.

O Executivo de João Lourenço tem em carteira 31 projectos de investimento público, com destaque para 14 hospitais gerais, três hospitais materno-infantis de nível terciário, 10 unidades de tratamentos especializados, com realce para os futuros Hospital dos Queimados (já inaugurado), Hospital de Oncologia, Hospital de Traumatologia e Hospital de Oftalmologia.

“Há ainda a necessidade de se realizar um concurso público de promoção e actualização dos enfermeiros”

Convidado a comentar sobre os dados apresentados pelo sector da saúde pelo Presidente da República, o secretário-geral do Sindicato dos Enfermeiros de Angola, Cruz Matete, disse que no âmbito dos cuidados primários de saúde, teoricamente está tudo bem, mas na prática não condiz com a verdade Embora tenha reconhecido o grande investimento do Governo em infraestruturas, Cruz Matete disse que atendendo o rácio entre paciente e profissionais, de acordo a OMS, o número ainda não corresponde com o total de enfermeiros que o país possui. “Com relação a triplicação do acesso aos cuidados primários, podemos dizer que sim, na teoria, mas na prática, não condiz a verdade, apesar de o Governo ter feito um grande investimento em infraestrutura”, disse.

Confirma que a taxa de letalidade da malária, entre 2017- 2022, tenha reduzido significativamente, mas defende ser preciso que se aposte mais no saneamento do meio ambiente, especialmente nas comunidades urbanas e se construam mais unidades sanitárias na rede primária. Uma coisa que sempre foi luta deste sindicato é o ingresso de mais profissionais e o número apresentado pelo Presidente representa um ganho significativo para o país, segundo Cruz Matete. Entretanto, ainda se rebate com as condições sala- riais, no contexto actual, que não são compatíveis com o nível de vida, devido à inflação galopante.

“Há ainda a necessidade de se realizar um concurso público de promoção e actualização dos enfermeiros, que aumentaram o seu nível de escolaridade desde 2017-2023, e muitos deles quase à beira da reforma. Por isso, com relação à promoção e actualização de funcionários antigos do sistema nacional de saúde, isto não corresponde à verdade”, disse. O sindicalista disse ser real o número de hospitais construí- dos, reconheceu ainda a baixa no número de mortalidade de crianças menores de cinco anos, fruto também da construção de mais maternidades e redução de partos feitos fora das uni-

POR: Stela Cambamba e Maria Custódia

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