Governo esclarece critérios para aquisição de residências na centralidade “General Txizainga” em Saurimo

O vice-governador para os Serviços Técnicos e Infra-estruturas da Lunda-Sul, Cláudio Pemessa, esclareceu, nesta terça-feira, que a aquisição de residências na centralidade “General Txizainga” será com base na distribuição de quotas por sectores

Ao falar em conferência de imprensa, em representação da Comissão Técnica por si liderada, Cláudio Pemessa referiu que da quota decidida, 30 por cento (64 casas) recai para os funcionários públicos e 20 por cento (42 casas) para a juventude.

Na sequência, enfatizou que 15% (32 casas) se destinam ao público em geral, igual percentagem para empresas públicas e privadas, 10% (21 casas) para a reserva emergencial, 5% (10 casas) para os Antigos Combatentes e igual número para pessoas com deficiência física, totalizando 211 residências.

Cláudio Pemessa explicou que, para a aquisição das habitações, os candidatos devem efectuar a sua inscrição junto das entidades promotoras e gestoras do projecto, apresentando todos os documentos exigidos, como cópia do BI, IBAN do banco onde é domiciliado o salário, cartão de residência, ficha de inscrição e talão de salário dos últimos três meses.

Informou que a previsão da taxa de ocupação, na centralidade, será de mil e 200 habitantes e não terá casas de função, nem de distribuição, apenas de aquisição, tendo em conta a exiguidade de residências disponíveis.

Quanto a modalidade de pagamento e o valor a ser pago mensalmente, o responsável disse que aguardam o devido pronunciamento do Ministério da Construção.

Por outro lado, instado sobre a mudança da nomenclatura da Centralidade de “Migi Itengo” para “General Txizainga”, Cláudio Pemessa explicou que foram enviados à Comissão Nacional quatro nomes, com destaque para os nacionalistas Figueiredo Txihama, Celestino Bernardo (General Txizainga), José Manuel Salucombo, Marcial Migi Itengo e 4 de Abril, onde se decidiu o segundo nome. Localizada no bairro Nhama, a centralidade viu as suas obras iniciadas em 2017, numa área de 7,35 hectares.

O projecto contempla a construção de três mil residências, divididas em quatro fases, e conta com serviços públicos e privados, unidades sanitárias, espaço infantil e esquadras policiais, além de áreas verdes. A segunda fase do projecto prevê a construção de 1.400 moradias, cujo lançamento de pedra está previsto para o ano em curso.

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