Na abertura da 4.ª Sessão Ordinária do Plenário do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ), o presidente defendeu ontem que os tribunais não podem ser meros aplicadores de normas, mas sim instrumentos para a paz social, desenvolvimento, protecção, equilíbrio e justiça igualitária.
De acordo com uma nota, Joel Leonardo adiantou que, para a concretização desse objectivo, o foco do país passa pela criação de uma escola exclusivamente destinada para a formação de magistrados judiciais.
“A formação e a capacitação do homem, munindo os juízes de sólidos conhecimentos científicos de como organizar os tribunais, como lidar com os cidadãos comuns, como lidar com a imprensa, como lidar com os intervenientes processuais, como lidar com a inteligência artificial, como executar as tarefas e como modernizar a liturgia da nossa linguagem judicial”, fez saber o presidente do CSMJ.
Leonardo reiterou que os magistrados devem estar actualizados, ser pacientes, sóbrios, humildes, imparciais e cumprir a essência da sua missão.