Para os angolanos, de Cabinda ao Cunene e do mar ao Leste, a paz, por ser um estado de calma, tranquilidade ou ausência de perturbação material e imaterial, é um bem inalienável. Ela custou a vida e o sangue de muitos filhos deste belo e rico país.
Por isso, preservá-la é tarefa de todos. Com o calar das armas, a vida e a circulação de pessoas e bens são uma realidade.
No entanto, esforços individuais e colectivos são feitos, diariamente, para se atingir objectivos que visem a satisfação das necessidades colectivas, cultivando a moral e a ética para outras gerações e não só.
Hoje é um dia de reflexão. Há vinte e três anos, os angolanos, sentados à mesma mesa, abraçaram-se em nome da paz, que hoje é motivo de orgulho, várias celebrações e condecorações. Portanto, viva o Dia da Paz hoje, amanhã e sempre para os angolanos!